terça-feira, 25 de outubro de 2011

Perigos que os apaixonados (quase sempre) não percebem

Especialistas listam dezenas de sinais de alerta que alguém apaixonado(a) muitas vezes não percebe. São sinais claros e comprovados que indicam que um eventual casamento tem grandes possibilidades de dar errado.
Alguns desses sinais de alerta:
1. O rapaz grita com a mãe. Ele vai gritar com a esposa.
2. Existe um descontrole financeiro no namoro. Vai haver no casamento.
3. O namoro os afasta da vida com Deus.
4. Ele é violento ou agressivo com freqüência.
5. Ela não permite que ele converse com outras meninas.
6. A paixão causa sofrimento, é doentia. O ciúme, então…
7. Um dos dois não se dá com a própria família ou com a do outro.
8. Um dos dois não é cristão ou tem crenças distintas.
9. Um dos dois não se envolve com a igreja.
10. A intimidade está indo longe demais.
11. Discussões constantes.
Fique atento!

(Blog Amilton Menezes)

Teria sido Jesus Desrespeitoso para com Sua Família?



Como entender a expressão “Quem é minha mãe e meus irmãos?”, em Marcos 3:33? Teria Jesus faltado com o respeito para com seus familiares?
Antes de olharmos onde o verso 33 de Marcos 3 está inserido, devemos nos lembrar de que foi Cristo mesmo quem deu a Moisés o mandamento “Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá” (Êx 20:12). Ao Se encarnar, teria Ele agido contra Suas próprias palavras ditas a Moisés? Não foi Ele quem desafiou os líderes religiosos de Seus dias com a incisiva pergunta: “Quem dentre vós Me convence de pecado?” (Jo 8:46). A conclusão é óbvia: Se ninguém poderia convencê-Lo de pecado, então Ele guardava todos os dez mandamentos, incluindo aquele que ordena honrar pai e mãe (e, por extensão, toda a família).
Vamos, então, ao texto de Marcos 3:33, começando com o verso 31: “Nisto chegaram Sua mãe e Seus irmãos e, tendo ficado do lado de fora, mandaram chamá-Lo. Muita gente estava assentada ao redor dEle e Lhe disseram: Olha, Tua mãe, Teus irmãos e irmãs estão lá fora à Tua procura. Então, Ele lhes respondeu, dizendo: Quem é Minha mãe e Meus irmãos? E, correndo o olhar pelos que estavam assentados ao redor, disse: Eis Minha mãe e Meus irmãos. Portanto, quem quiser fazer a vontade de Deus, esse é Meu irmão, irmã e mãe” (Mc 3:31-35).
Alguns fatos chamam a atenção no texto acima: (1) Jesus estava ocupado com a obra da pregação do Reino de Deus; (2) havia muitas pessoas ouvindo-O; e (3) o fato de não terem entrado para ouvir denota que esses parentes de Jesus não criam nEle como o enviado de Deus (à exceção de Maria, Sua mãe; mas mesmo esta não entendia bem a missão de seu Filho). João 7:3-6 declara a franca hostilidade dos irmãos de Jesus em relação a Sua pessoa. A declaração feita por eles de que Jesus estava “fora de si” (Mc 3:21), isto é, demente, louco, só é excedida pela afirmação dos escribas de que Jesus estava possesso por Belzebu (Mc 3:22). Tais irmãos só se converteriam após a ressurreição de Cristo (ver Atos 1:14). Esses parentes estavam ali apenas preocupados quanto ao bem-estar físico de Jesus, ou com a reputação deles, visto que as obras desse irmão motivaram os escribas a declarar que Ele estava possesso pelo demônio (ver Mc 3:22).
Possivelmente a chave para se entender Marcos 3:33 esteja nos versos 20-22 deste mesmo capítulo. Ali é dito: “Então, Ele foi para casa. Não obstante, a multidão afluiu de novo, de tal modo que nem podiam comer. E quando os parentes de Jesus ouviram isso, saíram para O prender; porque diziam: Está fora de si.” Percebe a intenção desses parentes de Jesus? Eles não foram lá para ouvir as verdades que saíam de Seus lábios, mas “para O prender”. E se Jesus Se deixasse prender, o que teria acontecido à Sua missão de pregar o evangelho? Percebe-se claramente que esses parentes iriam estorvar o trabalho de Jesus, caso Ele não tivesse agido com a firmeza necessária àquele momento de Seu ministério.
A maneira de Jesus tratar seus parentes, nessa ocasião, não mostra desrespeito, mas firmeza. Ele deixou claro que ”qualquer que fizer a vontade de Deus” esse é Seu irmão, irmã e mãe (verso 35). Essas palavras mostram que “a chegada do reino de Deus muda os relacionamentos humanos. Os que se opõem ao seu progresso – quer sejam mães ou irmãos – devem ser deixados; os que estão no reino se tornam nossos amigos mais íntimos, mais próximos e mais queridos que quaisquer outros” (Bíblia de Genebra, p. 1152, comentando Marcos 3:35).
Que os parentes de Jesus não tomaram como desrespeito Sua declaração, contida em Marcos 3:33-35, de que Seus verdadeiros parentes são aqueles que fazem a vontade de Deus, é visto no fato de que esses irmãos, mais tarde, O aceitaram como o Messias, enviado de Deus. Dois deles, Tiago e Judas se tornaram pessoas de destaque na igreja cristã: Tiago, além de escrever a epístola que leva seu nome (ver Tg 1:1), foi o presidente no Concílio de Jerusalém, que debateu o assunto da circuncisão (ver At 15:13-21), e Judas também escreveu uma epístola, a de Judas (ver Jd 1). E Maria, com esses irmãos, agora convertidos, é mencionada entre os seguidores de Jesus que se reuniram no cenáculo (ver At 1:14).
Jesus foi e continua sendo nosso modelo de cortesia para com todos, especialmente para com os que estão mais próximos de nós, os nossos familiares. Mas também é exemplo no fato de não deixar que nada se interponha entre o crente e Deus, nem mesmo mãe ou irmãos.
Deus nos dê a graça de ter esse equilíbrio tão necessário a uma vida cristã saudável.
Por Ozeas C. Moura, doutor em Teologia Bíblica e professor no Unasp, campus de Engenheiro Coelho, SP. Publicado na RA de Jun/2010.

(Blog Setimo Dia)

Afinal, Enoque e Elias subiram ou não para o Céu? Como Conciliar este fato com João 3:13?


Em João 3:13, Jesus disse: “Ninguém subiu ao Céu, senão Aquele que de lá desceu, a saber, o Filho do homem [que está no Céu]“. Afinal, Enoque e Elias subiram ou não para o Céu? Em caso afirmativo, como conciliar com o que Jesus disse? E como entender que Ele tenha também dito “que está no Céu”, se quando disse isso estava conversando com Nicodemos?
É claro que Enoque e Elias subiram para o Céu, pois a Bíblia assim o diz (Gn 5:22-24; 2Rs 2:1,11; Hb 11:5). O que Jesus disse não contradiz a informação bíblica. João 3:13 precisa ser entendido dentro de seu próprio contexto, e não no contexto das passagens acima.
Segundo João 3:11-13, Jesus fala de coisas celestiais com a familiaridade e naturalidade próprias de alguém que desceu do Céu, mas, de alguma forma, sem deixar de estar lá. Quando Ele diz que “ninguém subiu… senão Aquele que desceu”, não alude à Sua ascensão (fato que ocorreria só mais tarde), pois, com efeito, nessa hora Ele conversava com Nicodemos.
Assim, o assunto não é o evento histórico da ascensão, mas o papel revelacional de Deus que o Filho cumpre em Seu ministério terrestre. Cristo pode falar de “coisas celestiais” (v. 12) porque sabe o que estas coisas são e as tem visto (v. 11). Ele é o único que “subiu ao Céu”, isto é, que penetrou o conhecimento dessas coisas; e que “desceu do Céu”, isto é, que entrou em comunhão conosco pela encarnação, para nos trazer o conhecimento dessas coisas.
Céu aqui, diferente do que é quanto à ascensão de Enoque e Elias, tem sentido espiritual e não local nem geográfico; indica a única posição da qual pode ser auferido o conhecimento completo e verdadeiro sobre Deus, trazido e comunicado. O que Jesus estava afirmando a Nicodemos era que ninguém tem entrado em comunhão com Deus e possui, procedente desta comunhão, um conhecimento intuitivo de coisas divinas a fim de revelá-las aos outros, exceto Aquele a quem o Céu foi aberto.
Céu, portanto, indicaria a igualdade do Filho com o Pai, da qual Ele desceu por meio da encarnação (cf. Fl 2:6-8), mas que ainda reteve enquanto estava na Terra (Jo 5:18). O paralelismo com 1:18 parece óbvio:
Isaías 14:12, 13 é um provável background veterotestamentário para João 3:13. Nesse texto, é declarada a ambição do “filho da alva” (Lúcifer) de ascender ao Céu e ser “semelhante ao Altíssimo”. Todavia, ele não o conseguiu; ficou apenas na pretensão e na vontade. Mas o que ele cobiçou já pertencia a Cristo.
Entendemos que essa pretensão foi alimentada pelo querubim antes de sua expulsão do Céu. Em outras palavras, ele estava num local que se chama Céu, todavia pretendendo subir ao Céu. A conclusão lógica é que, nesse texto, subir ao Céu significa participar da igualdade com Deus, ser igual a Ele. Mas aquilo que para Lúcifer foi pretensão, para Cristo é natural participação. “Ninguém subiu ao Céu” senão Ele.
É verdade que poucos manuscritos contêm a afirmação de 13c, “que está no Céu” (é por isso que aparece entre colchetes). Mas é possível que sua omissão num bom número de documentos, bem como a alteração para “que estava no Céu” em algumas versões antigas, foram feitas para remover uma dificuldade óbvia. Sua originalidade é coerente com o que se observa no Evangelho de João, segundo o qual, o Filho permanecia junto ao Pai mesmo quando estava na Terra. Ademais, o verbo estar é empregado no presente do indicativo em outras passagens numa conotação semelhante à de 3:13 e 1:18:
7:34 – “Haveis de procurar-Me, e não Me achareis; também onde Eu estou vós não podeis ir” (ver também o v. 36).
11:26 – “Onde Eu estou ali estará também o Meu servo.”
14:3 – “Voltarei e vos receberei para Mim mesmo para que onde Eu estou estejais vós também.”
14:11 – “Eu estou no Pai” (com o verbo subentendido).
• 17:24 – “Pai, a Minha vontade é que onde Eu estou, estejam também comigo os que Me deste.”
Estes exemplos do emprego de “Eu estou” apontam para a realidade da íntima e perfeita comunhão do Filho com o Pai, a qual não foi alterada pela encarnação: o Filho enquanto esteve na Terra continuou sendo um com o Pai (“Eu e o Pai somos [não éramos, ou seremos] um”, 10:30).
Por José Carlos Ramos, professor de Teologia jubilado. Publicado na RA de Jul/2010.

(Blog Setimo Dia)

Queixas de um jovem


Se você, papai e mamãe, pudessem enxergar-me agora…
Arrepender-se-iam, amargamente, por me haverem dado tudo, sem exigir-me nada,
Fazendo-me pensar que tudo no mundo era meu…
Chorariam, desoladamente,
Por haverem rido cada vez que eu disse um “palavrão”,
Fazendo-me pensar que “eu era muito esperto”.
Clamariam, sem resultado, e tarde demais, por não me haverem dado “nenhuma orientação moral”
Deixando que só, na minha juventude, eu escolhesse o caminho a seguir…
Experimentariam um profundo senso de culpa,
Porque não tiveram a coragem de dizer-me, no momento certo,
“não faça isso”, alegando que eu ficaria “complexado”…
Perceberiam o grande erro que cometeram,
Toda vez que juntaram meus brinquedos e roupas que joguei no chão,
Fazendo-me pensar que “todos deveriam correr para mim…”
Teriam imenso pesar, por me haverem deixado contaminar o espírito com leitura de “revistinhas, maus livros”, programas nocivos de televisão e certos filmes…
Sentiriam o mal que me causaram, quando “discutiam diante de mim”
Fazendo “desmoronar o respeito e o amor que eu lhes dedicava…”
Veriam que a vida não é só matéria.
Dando-me todo “dinheiro que eu pedia”
Concluiriam que, jamais, deveriam
Ter satisfeito “todos os meus desejos”
Temendo que eu ficasse “frustrado…”
Saberiam que os vizinhos, professores e demais pessoas
“não me perseguiram” mas estavam com a razão  quando queriam ajudar-me….
Agora que me sinto perdido, e com a minha vida inutilizada,
Que resposta terei de vocês, Meus pais? Meus professores?  meus colegas? e meus amigos?
Que aplaudiram o meu erro, que não me corrigiram no momento certo,
Por comodismo, indiferença, ou por mimo em excesso?!
Por que não me ajudaram quando puderam? Por quê?
HOJE É TARDE DEMAIS!
Nem eu, nem você podemos mudar a situação ou
Fazer o tempo retroceder…
Mas, por favor, eu lhes peço apenas isto:
AJUDEM OUTRAS CRIANÇAS E JOVENS que passarem em meu caminho.
Dêem-lhes amor. Mas tratem com energia também.
Não os deixem perderem-se.
Salvem suas vidas!
Salvem o mundo!!
(Autora: Maria Aldina Silveira Furtado)

(Blog Amilton Menezes)

Segredos de um Casamento Duradouro


Certo rapaz pediu a um médico a mão de sua filha em casamento. O doutor negou. O pretendente foi tomado de muita surpresa, porém encheu-se de coragem e perguntou ao pai da moça: “Por que não posso casar com sua filha? Eu a amo.”
O médico respondeu: “Creio que você a ama.”
“Tenho condições de mantê-la”, disse o moço.
“Suponho que realmente você poderá mantê-la”, retrucou o pai da moça.
“Então, por que não posso casar-me com ela?”
Foi esta a resposta do doutor: “Minha filha tem um temperamento insuportável. Ninguém poderá viver com ela e ser feliz.”
O rapaz respondeu com um gracejo:
“Mas existe a graça de Deus.”
O médico sorriu com ares de compreensão. ”Quando você tiver a idade
que eu tenho, meu caro jovem, reconhecerá que a graça de Deus atua em algumas pessoas com as quais você não conseguirá viver.”
Os problemas que surgem com o casamento não estão com a instituição. Estão com os seus integrantes. O problema sempre está com as pessoas. São as pessoas que precisam ser modificadas. Casais infelizes não estão descontentes com o casamento. Estão descontentes um com o outro. Portanto, o desafio do casamento não é apenas o de encontrar a pessoa acertada, mas também de ser a pessoa acertada. Muitas são as esposas que pensavam precisar de um novo marido, mas reconheceram que seus esposos precisavam de uma nova esposa.
Muitos casamentos se têm desfeito porque um dos cônjujes planejava intimamente modificar o outro após o enlace. Geralmente as coisas não funcionam assim. Se o destino de um ônibus está marcado para ser São Paulo, provavelmente seguirá nesta direção. Você não pode contar com uma modificação no seu trajeto após tomá-lo. Assim é com esposos e esposas.
Glenn Clark, escritor popular e editor norte-americano, fez a relação de algumas das bem-aventuranças de um casamento feliz. Uma delas é a seguinte: “Bem-aventurados aqueles casais que procuram em primeiro lugar fazer o seu companheiro feliz em vez de bom. Muitos de nós sentem que é sua obrigação tornar os seus companheiros bons e às vezes criam uma situação em que todos os familiares se tornam infelizes no decorrer deste processo. Eu me senti culpado disto, mas descobri que, se perseverarmos em procurar promover a felicidade do nosso cônjuge, seremos mais facilmente bem sucedidos no outro objetivo.
Falamos aqui de princípios sólidos nas relações interpessoais. São aplicáveis especialmente aos relacionamentos específicos no casamento no qual um lar tem de sobreviver ou extinguir-se. Mas os mesmos princípios básicos terão sucesso nos relacionamentos entre amigos, médico e paciente, empregador e empregado. Para nossa surpresa, notamos freqüentemente que a dificuldade não está entre duas pessoas mas dentro de duas pessoas, dentro do indivíduo. Mudar o seu próprio coração provavelmente será a maneira mais acertada e rápida de modificar o coração do seu companheiro.
Por que continuamos a batalhar com as lições mais simples do relacionamento pessoal quando devemos estar tomando um curso superior? Um casal foi consultar um conselheiro matrimonial depois de 19 anos de casados. O conselheiro disse-lhes: ” Vocês não têm passado por 19 anos de experiência matrimonial. Vocês simplesmente viveram o primeiro ano 19 vezes.”
Os segredos do sucesso matrimonial não se baseiam em ilusões, mas em realidades. Tenho certeza de que se colocássemos todo o ardor e esforços em nossos lares assim como colocamos em nossos trabalhos, teríamos muito êxito.

Tato e Introspecção

Estas são coisas inestimáveis no ambiente de escritório. São igualmente indispensáveis no lar. A natureza humana não responde carinhosamente à aspereza. Tato, portanto, é falar a coisa acertada, na hora certa, de maneira certa. Tato inclui não apenas palavras, mas também o tom de voz, a atitude, o ambiente, o motivo. Introspecção é a boa vontade de compreender o ponto de vista de outrem, tendo em mente a possibilidade de que pode ter razão. Ambos formam a terapêutica que alcança o interior de um coração magoado e evita uma crise. Sem tato e introspecção, o casamento, muitas vezes, se torna numa competição selvagem na qual cada companheiro procura magoar mais profundamente que o outro.
Por que devemos ser tão cegos ao fato de que também possuímos falhas? Todos nós possuímos pontos negativos na vida. E o casamento em si não os elimina. Mas queremos que, com a cerimônia nupcial, haja uma transformação automática e instantânea que solucione todos os problemas que tínhamos antes do casamento. Esta mágica é absolutamente impossível.

Adaptação

Uma moça de seus vinte anos sabe que leva tempo até se adaptar a uma nova colega de quarto num internato. Um violinista sabe que não se tornará um profissional a partir do momento em que toma pela primeira vez o violino em suas mãos. Mas esperamos que no casamento isto seja diferente. Podemos ser infelizes quando solteiros. Podemos estar descontentes na escola. Podemos estar em meio a conflitos com nossos pais. Mas esperamos que o casamento opere em nós, de forma milagrosa e instantânea, uma mudança completa tornando-nos pessoas extremamente felizes. Porém, na realidade isto não acontece assim.

Aceitação

Começamos a nos dirigir rumo a um lar no qual a felicidade reina a partir do momento em que começamos a aceitar a vida como ela é, e nossos cônjuges como eles são. Uma esposa jovem que estava casada havia três anos, entrou ligeiramente na sala do seu pastor, jogou seu casaco sobre uma das cadeiras e explodiu: “Sinceramente, Bill é a pessoa mais irritante, cabeçuda, independente e obstinada — ufff! Mas sabe da última? Estou aprendendo a viver bem com ele! O que lhe parece? Nunca poderia pensar que seria possível estar tão exasperada com um homem e ao mesmo tempo amá-lo tão carinhosamente.” Ditas estas palavras, saiu.

Paciência

É claro que, se você é normal, provavelmente já experimentou tensão matrimonial até certo ponto. Existem aqueles que dizem nunca haver discutido. Isto pode ser verdade. Ou pode ser também que simplesmente dão outro nome as suas brigas. Um esposo disse: “Nunca tivemos qualquer alteração durante nossos 30 anos de casados, porém entramos em sérias discussões que foram escutadas por vizinhos a uma quadra de distância.”
Todo lar, digo eu, tem alguns problemas. Alguns lares os têm mais do que outros. Um conselheiro matrimonial perguntou a um casal jovem: ”O que têm vocês em comum?” A esposa respondeu: ” Uma só coisa — nenhum de nós consegue tolerar o outro .”
John Milton, eminente poeta infeliz em seu casamento, certa feita escutou alguém dizer de sua esposa como se fosse uma rosa. Ele comentou: ” Não sou expert em flores, mas isto pode ser verdade porque sinto os espinhos diariamente.” Conta-se que a esposa de John Wesley costumava sentar-se na Capela de City Road e fazia caretas para seu esposo enquanto ele pregava!

Apreciação

Você trata sua esposa como uma posse legal? Ou está procurando, através de pequenos atos de bondade, juntamente com palavras de apreciação, proteger seu casamento contra a desintegração? Está o seu companheiro seguro de suas afeições? Sabe ele, sabe ela, que nenhum ataque de fora pode abalar a nau do casamento? As crianças sabem disto? Um perito em assuntos matrimoniais disse: “A coisa mais importante que um pai pode fazer pelas suas crianças é amar a mãe delas.” Quão depressa são as crianças abaladas por dissensão no lar! Somente quando sabem que nada pode abalar o alicerce da tranqüilidade doméstica é que elas podem ser felizes!
Você lembra — mesmo em momentos de crise — que sua esposa é uma pessoa, que seus filhos são pessoas? Você tem em mente sua necessidade do senso de segurança e do seu valor pessoal? Tem feito um esforço determinado para compreender estas necessidades? A tragédia ocorre, lares começam a desmoronar quando não sabemos compreender. O processo tem seu início através de pequenas negligências, pequenos desentendimentos, pequenas atitudes egoístas — até que finalmente surge constante intimidação e depreciação, até que a última faísca de identidade é sufocada e o coração é drenado de seu desejo de continuar aquela vida a dois!
Importunação, aquela tática demoníaca numa batalha psicológica é freqüentemente a culpada. Disse o sábio Salomão: ‘ ‘O gotejar contínuo no dia de grande chuva, e a mulher rixosa, são semelhantes.” Prov. 27:15.
Uma autoridade moderna diz: “A maioria dos casos de doenças induzidas emocionalmente, é resultado de um gotejar contínuo de sentimentos desagradáveis, ansiedades cotidianas, apreensão, desânimo e angústia.” — Dr. John Schindler em How to Live 365 Days a Year, pág. 13. Quem pode agüentar por muito tempo o tratamento do gotejar da torneira, especialmente quando procede de uma pessoa a
quem ama?

Comunicação

Como pode ser cons t ruída uma ponte a fim de que o abismo possa ser ultrapassado? Somente pela comunicação. Esta é a solução. A pedra angular na construção de um casamento bem sucedido está na prática de comunicação. Deve haver boa vontade de ambas as partes, sob quaisquer circunstâncias, para um diálogo franco, sincero e ponderado. Muitos desentendimentos poderiam ser sanados dentro de minutos se ambos os lados fizessem uma avaliação dos problemas, calmamente, com vontade de chegar a uma solução acertada. Não há nada mais destruidor num casamento do que o silêncio. Esta é uma brecha perigosíssima que tende ao desmoronamento do lar. Uma esposa me disse certo dia: “Você sabe como se sente quando o telefone toca e ninguém atende? Bem, é assim que me sinto.”
Existe uma vida inteira de comunicação pela frente de cada um de nós. Não seria sábio aprender melhor esta arte? O colapso da comunicação é uma das maiores fontes do problema nos relacionamentos humanos
— particularmente nos relacionamentos íntimos e contínuos do casamento. É impossível viverem em harmonia sem a devida comunicação. Se não nos comunicamos por palavras, estaremos nos comunicando através do nosso silêncio. E o nosso silêncio pode ser tão facilmente mal interpretado quanto as nossas palavras.

Confissão

” Eu a amo .” Estas são palavras difíceis de se dizer num momento de tensão e desentendimento. Mas precisamos dizê-las. E, talvez, tenhamos que acrescentar três palavras ainda mais difíceis: “Eu estava errado.” Por vezes, o coração ferido não pode ser cicatrizado sem estas palavras. Não é de surpreender que o apóstolo Tiago tenha escrito: “Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros para serdes curados.” Tiago 5:16.
A esta altura, você perguntaria: “O que tem a ver a confissão com a cura? E simples explicar. A ciência médica já descobriu que o medo, a ira, o ressentimento, a amargura não somente constituem a base para o divórcio, mas realmente envenenam as funções de nosso corpo. A solução do divórcio pode também levar um indivíduo para o hospital. O corpo não foi feito para o ódio. Corpo, mente e alma foram feitos para a felicidade.
Um anúncio que vi, continha um desenho muito atrativo e dizia assim:
”Cubra o chão com ladrilhos e tenha um lar feliz!” Tracemos um paralelo. Com muita freqüência, ao enfrentarmos problemas em casa, pensamos que podemos remediá-los simplesmente cobrindo-os. Se há discussão ou briga, estamos prontos para cobri-las. Se as crianças estão intoleráveis e desobedientes, corremos para encontrarmos uma atenuante. Não. Fazer uso do “ladrilho” ou instalar ”carpete, congelador, ou comprar um segundo carro” a despeito de quão útil ou agradável, não é o segredo de um casamento duradouro.
Em muitos lares, seus componentes procuram substituir coisas por palavras, responsabilidade por romance, tolerância por amor— e desta maneira mantêm a esperança de que as coisas hão de mudar.
Como vão as coisas em seu lar, amigo? É seu lar uma demonstração convincente de felicidade, parede-a-parede? Será que seus amigos invejam vocês e gostariam de saber o segredo?
E como estão as crianças, os adolescentes que fazem parte deste lar? Como é a aparência interna deste lar? Estão seus filhos planejando modelar seus lares usando a planta do lar de seus pais? Se o seu lar não é aquilo que você deseja, permita-me animá-lo a estudar seus componentes. Comece por você mesmo. Torne-se o cônjuge que deve ser — e veja como seu lar vai melhorar!
Pr. George Vandeman 
Setimo Dia

domingo, 16 de outubro de 2011

Quem deu os Dez Mandamentos a Moisés?

Quem deu os Dez Mandamentos a Moisés? Deus Pai ou Deus Filho (Jesus Cristo)? F.M.
As declarações a seguir, da escritora cristã Ellen G. White, nos ajudam na compreensão dessa questão: "O Pai e o Filho, acompanhados por uma multidão de anjos, estavam presentes no monte. ... Cristo não somente foi o guia dos hebreus no deserto - o Anjo em quem estava o nome de Jeová, e que, velado na coluna de nuvem, ia diante das hostes - mas foi também Ele que deu a Israel a lei. Por entre a tremenda glória do Sinai, Cristo declarou aos ouvidos de todo o povo os dez preceitos da lei de Seu Pai. Foi Ele que deu a Moisés a lei gravada em tábuas de pedra. Ainda mais: Cristo é chamado o Verbo de Deus (João 1:1-3). É assim chamado porque Deus deu Suas revelações ao homem em todos os tempos por meio de Cristo" (Patriarcas e Profetas, p. 339, 366).          
Os Dez Mandamentos foram criados por Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Porém, sendo Deus Filho (Jesus Cristo) o representante do Pai, o "mediador entre Deus e os homens" (1 Timóteo 2:5), com certeza, foi Ele quem entregou a Lei dos Dez Mandamentos. Era o Salvador quem falava às pessoas acerca das orientações e reivindicações de Deus.          
Os Dez Mandamentos são princípios eternos e imutáveis (ver Mateus 5:17-19), pois se aplicam às pessoas de todas as épocas. Com eles Deus quer nos proteger das consequências do pecado bem como nos alertar quanto à terribilidade do pecado. Cabe a cada um de nós, ao examinar a Palavra de Deus (Êxodo 20), aceitar a vontade dEle para a nossa vida e, pela graça de Cristo e atuação do Espírito Santo, obedecer por amor (João 14:15). Jesus obedeceu ao Pai; devemos fazer o mesmo (João 15:10).            
Está você disposto(a) a fazer de Deus o Senhor de Sua vida, aceitando Sua Lei e guardando-a no coração?

Leandro Quadros

Cristo veio com a natureza de Adão antes ou depois da queda?


Alguns entendem de forma equivocada Romanos 8:3, que afirma que Jesus veio "em semelhança de carne pecaminosa", para "provar" que Cristo veio com a natureza de Adão depois da queda. Porém, eles esquecem que o próprio texto não diz que Jesus veio com uma natureza pecaminosa, mas sim que veio em semelhança de carne pecaminosa.
Tais indivíduos também alegam que "para vencermos como Cristo, Ele tem que ter vindo com a natureza de Adão depois da queda; do contrário, não poderia ser nosso modelo". É claro que Cristo é nosso modelo (1Jo 2:6), mas de modo algum podemos esquecer de que primeiro Ele é o nosso Salvador. Se pudéssemos imitar o exemplo de perfeição dEle (Mateus 5:48 também é mal interpretado), o Senhor nem precisaria ter vindo aqui. Poderíamos com nossas próprias obras chegar a um nível de perfeição elevado.
Só podemos obedecer a Deus e seguir o exemplo de Cristo se primeiro O aceitarmos como Salvador e depois continuarmos, durante a vida toda, passando pelo processo de santificação (Hb 12:14; Rm 6:22; Fp 3:13-16). É por isso que para sermos bons ou fazermos qualquer ato digno de aprovação do Senhor, dependemos totalmente da graça dEle e não das nossas obras! "Pois Deus [não o próprio ser humano, fraco pelo pecado] está sempre agindo em vocês para que obedeçam à vontade dEle, tanto no pensamento como nas ações" (Fp 2:13; veja também Ef 2:8, 9). 
A pergunta ainda não quer calar: Cristo veio com a natureza de Adão antes ou depois da queda?
No aspecto FÍSICO, realmente Jesus nasceu com a natureza de Adão DEPOIS da queda. O Salvador não veio a este mundo com a mesma altura e vigor físico de Adão. Pelo contrário: a Bíblia diz que no aspecto físico o Salvador não chamava atenção (ver Isaías 53:2).
Entretanto, no aspecto ESPIRITUAL, Jesus veio com a natureza de Adão ANTES da queda, ou seja, moralmente perfeito. E não poderia ser diferente, pois a Bíblia diz que Jesus é o segundo adão (cf. 1Co 15:45). Se Jesus tivesse vindo com alguma propensão ao pecado, sendo o "segundo Adão", isso indicaria que o "primeiro Adão" também foi criado imperfeito, o que seria uma heresia! E mais: se Cristo tivesse tendências para o mal, seria um pecador. Consequentemente, não poderia nos salvar, pois também precisaria de um Salvador.          
Alguém poderia ainda perguntar: "Então, como Jesus poderia ser tentado (Mt 4:1-11) se Ele não tinha uma natureza pecaminosa?"
Não há um porquê de Cristo precisar ter uma natureza pecaminosa para ser tentado. Adão era perfeito e mesmo assim pôde ser tentado. O fato de Adão poder ser tentado não indica que Deus o tivesse criado com propensões pecaminosas. O mesmo se dá em relação a Cristo, o "segundo Adão", como vimos anteriormente. O detalhe é que a tentação de Adão e de Jesus era apenas externa, e não interna (eles não tinham a vontade de pecar). Poderiam escolher pecar, devido ao livre-arbítrio, mas sem sentir aquele desejo pecaminoso. Se Cristo tivesse a tendência interna para o mal, o simbolismo do cordeiro perfeito, sem defeito (Êx 12:5), usado nos dias do Antigo Testamento para simbolizar a Cristo (João 1:29), perderia todo o sentido! Além do mais, contradiria frontalmente textos como Hebreus 4:15, 7:26, 1 Pedro 2:22... (confira-os em sua Bíblia).          
O fato de Jesus ter algumas "debilidades inocentes" como sentir fome, sede e ficar cansado (Jo 4:6, 7; Mt 4:2) não indica que Ele tinha natureza pecaminosa. Ter tais características humanas em nada afetou a perfeita natureza espiritual dEle.          
Podemos resumir e concluir o assunto com uma frase, dita pelo professor e doutor Amim Rodor (do Centro Universitário Adventista ) em uma de suas aulas de Cristologia: "Jesus foi afetado pelo pecado (fisicamente), mas não infectado (moralmente)."
Àqueles que acreditam que Jesus veio com uma natureza pecaminosa, Ele pergunta: "Quem dentre vós Me convence de pecado?" (Jo 8:46).
         
Leandro Quadros

Cérebro humano está diminuindo

Para os darwinistas, a evolução dos humanos se deve ao cérebro avantajado. Se não fosse por ele, argumentam, nossos ancestrais ainda estariam usando ferramentas rudimentares para caçar animais. Então, sob esse ponto de vista evolucionista, é de se esperar que o cérebro humano esteja crescendo, certo? Errado. Os cientistas perceberam que, na verdade, o cérebro está ficando cada vez menor. E agora? O que dizem os defensores da teoria da evolução?
Segundo Brian Hare, cientista da Universidade de Duke, um cérebro menor pode ser sinal de mais inteligência. Ele estuda chimpanzés e bonobos, primatas tidos como "muito similares aos humanos". Bonobos têm cérebro menor, mas são menos violentos e preferem trabalhar em grupo, enquanto os chimpanzés, na maioria das vezes, só conseguem resolver problemas quando estão sozinhos. Hare então relacionou esses comportamentos com inteligência e tamanho do cérebro.
O problema é que se torna quase impossível refutar uma teoria cujos defensores são mais lisos que muçum ensaboado. Se o cérebro humano estivesse aumentando de tamanho, os darwinistas diriam sem pestanejar que o ser humano está ficando mais inteligente. Mas, como está diminuindo, eles dizem que o ser humano está ficando mais... inteligente! Lembre-se de que são os criacionistas que afirmam desde sempre que o ser humano no passado foi mais inteligente, mais forte e maior. Além da maior caixa craniana de nossos ancestrais, as obras arquitetônicas monumentais inigualáveis de civilizações antigas são outro atestado de nossa origem superior.

Michelson Borges

O pior cego é o que não quer ver

A revista Scientific American de agosto publicou o artigo "A fascinante evolução do olho". Segundo o autor, Trevor D. Lamb, o olho humano é um órgão "extremamente complexo; atua como uma câmera, coletando, focando luz e convertendo a luz em um sinal elétrico traduzido em imagens pelo cérebro. Mas, em vez de um filme fotográfico, o que existe aqui é uma retina altamente especializada que detecta e processa os sinais usando dezenas de tipos de neurônios. O olho humano é tão complexo que sua origem provoca discussão entre criacionistas e defensores do desenho inteligente, que o têm como exemplo básico do que chamam de complexidade irredutível: um sistema que não funciona na ausência de quaisquer de seus componentes e, portanto, não poderia ter evoluído naturalmente de uma forma mais primitiva".
Apesar de destacar a complexidade do órgão, Lamb adverte que "o olho, longe de ser uma peça de maquinaria criada à perfeição, exibe falhas evidentes - ‘cicatrizes' da evolução". Na verdade, muitas dessas "falhas" oculares já foram descartadas - confira aqui. Além disso, se se partir da cosmovisão criacionista, eventuais defeitos no olho são fruto da "involução", não resquícios da seleção natural. Criacionistas não esperam mesmo que a natureza em seu estado atual seja perfeita.
Lamb menciona também a explosão cambriana "que deixou sua famosa marca nos registros fósseis de 540 a 490 milhões de anos atrás", segundo a cronologia evolucionista. "Essa explosão evolutiva lançou a base para a origem de nossos tão complexos olhos", diz ele. Mas o que nenhum darwinista se atreve a explicar é como a vida pôde de repente evoluir de seres "simples" de corpo mole para animais complexos com exoesqueleto segmentado e olhos de calcita, como no caso do trilobita, que simplesmente aparece no registro fóssil, logo acima do período pré-Cambriano.
Lamb diz ter observado que muitas características marcantes do olho dos vertebrados também ocorrem em todos os representantes atuais de um "ramo principal da árvore dos vertebrados: a dos vertebrados mandibulados". Para ele, esse padrão sugere que os vertebrados com mandíbulas herdaram os caracteres de um ancestral comum e que "nosso olho já evoluíra por volta de 420 milhões de anos". O que dizer, então, do olho humano em comparação com o das lulas? Esses olhos são muito parecidos, mas ninguém sugere ancestralidade próxima entre homens e lulas... Essas semelhanças seriam evidência de ancestralidade evolutiva ou a assinatura do Designer? A resposta depende da visão filosófica, não da ciência experimental.
Além disso, é bom destacar outro aspecto relacionado com a teoria da macroevolução: quando avançam no tempo passado, pelos supostos milhões de anos, o que os cientistas percebem é complexidade comparável à da vida atual - às vezes até maior. Segundo esse artigo de Lamb, há supostos 500 milhões de anos, o olho era tão complexo quanto seu correspondente atual. Como isso se explica?
O artigo diz mais: "Tomando o exemplo dos peixes cegos em cavernas, sabemos que os olhos podem sofrer degeneração significativa e até mesmo podem ser perdidos completamente em menos de dez mil anos." Aqui criacionistas podem concordar com os evolucionistas: de fato, o que se percebe na natureza é degeneração e perda de informação genética. Isso pode ser verificado experimentalmente, pois ocorre em tempo relativamente curto. O contrário é que não ocorre: acréscimo de informação genética, isso porque, para o "surgimento" de novos órgãos funcionais e planos corporais, seria necessário o acréscimo de muita informação complexa e específica. Imagine quanta informação seria necessária para o "surgimento" do olho...
"Talvez, o olho ancestral dos protovertebrados que viveram entre 550 milhões ou 500 milhões de anos [sic] primeiro serviu como um órgão não visual, e só mais tarde o poder de processamento neural e os componentes ópticos e motores necessários para a visão espacial evoluíram", especula Lamb. Veja a "lógica": os cientistas evolucionistas estudam um olho degenerado contemporâneo dos olhos "evoluídos" e supõem que esse olho mais "simples" seria o equivalente dos primeiros olhos! Primeiro admitem que esse olho degenerado perdeu capacidades e funções, depois o encaixam no cenário evolutivo para dizer que, no passado inobservável, esse tipo de olho, na verdade, não teria perdido, mas ganhado! Além disso, note como o articulista resolve facilmente a questão da suposta ausência, nos supostos ancestrais, de neurônios especializados, componentes ópticos e motores necessários para a visão: tudo isso simplesmente evoluiu!
Falando ainda sobre a evolução do olho dos vertebrados, Lamb admite: "Não sabemos exatamente quando aconteceu, mas em 1994, cientistas da Universidade de Lund, na Suécia, mostraram que os componentes ópticos do olho podem ter evoluído facilmente (!) em um milhão de anos." (A exclamação e o grifo são meus.)
Digna de admiração é a pesquisa empreendida pelo autor do artigo e seus pares. Ninguém, em são juízo, desprezaria isso. Graças a cientistas como esses é que nosso conhecimento da maravilha chamada visão tem aumentado consideravelmente. O problema é a filosofia que orienta as conclusões das pesquisas. Mais do que explicar a evolução do olho, o texto exalta sua complexidade.
Levante a mão quem acha que esse texto explicou a evolução do olho? Se você levantou, creio que deve considerar seriamente a necessidade de usar óculos.

Michelson Borges

sábado, 15 de outubro de 2011

Para você o viver é Cristo?

Paulo estava preso na prisão Mamertina em Roma quando escreveu aos Filipenses que para ele “o viver é Cristo” (1:21). Isso aconteceu entre os anos 61 e 63 de nossa era. Estava já idoso, com cerca de 60 anos, e havia trabalhado e se sacrificado muito por Cristo. Fundara quase dez igrejas, das quais a de Filipos foi uma, durante a sua segunda viagem missionária; o início da igreja se deu com a conversão de Lídia.
A prisão em Roma, no monte Capitólio, fica bem perto do que foi o famoso Forum Romano. São duas peças, uma em cima da outra, cujo chão é de rocha nativa e com água. Ali esteve Paulo e dali foi levado para o seu holocausto.
Roma é uma cidade que impressiona com o Coliseu, o Arco do Triunfo, o Forum, o Arco de Tito, a Praça Veneza, suas 600 igrejas católicas, o Vaticano, e tantos outros locais e edifícios históricos.
E foi nesta Roma pagã que Paulo se encontrou com dois grandes personagens: Nero, o imperador egocêntrico, e Sêneca, filósofo, e o preceptor de Nero. Mas Paulo disse: “Para mim o viver é Cristo”, isto é, Cristo era superior a estes dois poderosos personagens e o melhor para Paulo.
Roma estava no seu apogeu, protegida por suas possantes muralhas, mas dominada pelo paganismo mais infame, no que concernia ao culto ao imperador como um deus, além dos outros deuses; estes cultos eram regados pelas bacanais mais sensuais, orgias e festins. Os prazeres e a “fartura de pão e abundância de ociosidade” tornavam a vida social, moral e mesmo espiritual de Roma tão baixa que os pecados sociais, o amor ao luxo e aos esportes dominavam a vida do povo romano, amante das guerras e das riquezas, resultado do seu orgulho e vaidade. Não foi sem razão que Paulo incluiu no primeiro capítulo da Carta aos Romanos aquela lista de pecados e perversões praticadas pelo povo.
Tudo isso que o mundo apreciava não valia nada para Paulo. Ele continuava dizendo: “Para mim o viver é Cristo.”  Por amor a Cristo abandonara toda a sua vida mundana anterior. Os judeus, gregos e romanos amavam mais o material, a literatura, a tradição, o poder, as artes, os esportes, os prazeres, o mundo enfim. Mas para Paulo, Cristo valia mais e lhe satisfazia mais que aquelas coisas. Ele conhecera Jerusalém, a capital religiosa; Atenas, a capital artística e literária e agora Roma, a capital do mundo, da lei e do poder. Mas Cristo era-lhe tudo, o Refúgio, a Salvação!
Nosso mundo hoje se assemelha a Roma. Com quem está o nosso amor? Cristo continua sendo, mesmo, a razão do nosso viver?

(Adaptado da série “Tempo de Refletir)

Salvos do naufrágio


Que privilégio ter você na companhia para mais um estudo das profecias do livro de Atos. Hoje vamos para o capítulo 27:23 e 24 – “Porque esta mesma noite o anjo de Deus, de quem eu sou, e a quem sirvo, esteve comigo, dizendo: Paulo, não temas; importa que sejas apresentado a César, e eis que Deus te deu todos quantos navegam contigo”.
Esta profecia foi feita por Paulo a um comandante de navio, enquanto viajavam em direção a Roma, onde Paulo seria entregue ao imperador Nero para ser julgado por causa de sua fé em Cristo.
Vamos voltar um pouquinho na história para entendermos o que estava acontecendo e porque Paulo pronunciou as palavras que mencionei.
O ministério de Paulo não foi muito longo, porém, foi muito bem aproveitado. Ele foi o maior pregador do evangelho aos gentios (os não-judeus). Ele percorreu os principais centros urbanos, anunciando Cristo e este crucificado. Contribuiu consideravelmente para o evangelho ser espalhado nos mais diferentes lugares do planeta. Isso, conseqüentemente, acabou gerando muito ódio por parte dos inimigos do cristianismo.
Amigo ouvinte, é impressionante observar o comportamento do ser humano. Há pessoas que odeiam umas as outras, mesmo sem nunca terem se visto. Pessoas são odiadas por apenas pensar e viver diferente das demais. Paulo era odiado por apenas ensinar que o único que pode salvar o homem é Jesus. Por afirmar que o único mediador entre Deus e o homem, é Jesus.
Em várias ocasiões Paulo, por causa da mensagem que pregava, foi preso, espancado e açoitado. Uma dessas ocasiões ocorreu em Jerusalém (Atos 21:33). Ali foi interrogado pelos membros do sinédrio, que eram do mais elevado tribunal judaico da Palestina. Após ter passado pelo primeiro interrogatório, encaminharam Paulo para o governador Félix. Ao ser questionado da sua fé, aproveitou para dar um poderoso testemunho sobre Jesus Cristo (Atos 24:24-25).
Passados dois anos, Félix foi substituído por Pórcio Festo. Ao ser novamente interrogado, Paulo apelou para César (Atos 25:11). Festo concordou em enviá-lo para Roma (Atos 25:12). O rei Agripa e sua esposa, Berenice, tinham o desejo de conhecer prisioneiro, e foi permitida uma entrevista com Paulo. O apóstolo aproveitou mais uma vez para testemunhar de sua fé através de uma brilhante defesa do cristianismo.
“Paulo traçou um esboço dos principais acontecimentos relacionados à vida de Cristo sobre a terra. Sustentou que o Messias da profecia tinha aparecido na pessoa de Jesus de Nazaré. Mostrou como as escrituras do Velho Testamento haviam declarado que o Messias devia aparecer como homem entre os homens; e como na vida de Jesus se havia cumprido cada especificação esboçada por Moisés e os profetas… Todos os presentes escutaram encantados a narração feita por Paulo e suas maravilhosas experiências… Nenhum dos que ouviam podiam duvidar de sua sinceridade… Então, voltando-se para Agripa, a ele se dirigiu diretamente: Crês tu nos profetas, ó rei Agripa? Bem sei que crês” (Atos do Apóstolos, pg.436-437).
Agripa não suportando mais o testemunho e a pregação de Paulo, reagiu dizendo: “Por pouco me queres persuadir a que me faça cristão”! (Atos 26:28).
Após ter matado a sua curiosidade, o rei deixou o prisioneiro voltar para a cela, e houve, entre Festo e Agripa, um forte desejo de libertar Paulo, pois reconheciam que nada havia feito que merecesse continuar preso. Mas, como Paulo havia apelado para César, para César seria enviado.
No livro de Atos (27:1-2) os personagens contam como foi o começo da viagem: “E, como se determinou que havíamos de navegar para a Itália, entregaram Paulo, e alguns outros presos, a um centurião por nome Julio, da corte augusta. E, chegando nós em um navio adramitino, partimos navegando pelos lugares da costa da Ásia, estando conosco Aristarco, macedônio, de Tessalônica”.
Não era a melhor época do ano para viajar. O inverno estava próximo. A situação ficava cada vez mais perigosa. O capitão do navio não ouviu o conselho de Paulo para permanecer em determinado lugar e, não demorou muito foram surpreendidos por uma forte tempestade. Durante quatorze dias flutuaram sobre um céu sem sol e sem estrelas. Era um cenário da mais completa desolação. O navio estava quase a naufragar. A tempestade ameaçava destruí-lo a qualquer instante.
Uma noite o anjo do Senhor apareceu a Paulo e o acalmou, com uma mensagem de esperança.
Na manhã seguinte, Paulo pôs-se em pé e fez a profecia que estamos estudando.“…Paulo, não temas; importa que sejas apresentado a César, e eis que Deus te deu todos quantos navegam contigo” (Atos 27:24).
Não demorou muito o navio encalhou e começou a afundar. Todos, graças a intervenção de Paulo, impedindo que os marinheiros fugissem antes, acabaram sendo salvos, agarrando-se aos destroços do navio. Chegaram à ilha de Malta e ali permaneceram por três meses, até o inverno passar.
Naquele lugar Paulo não perdeu a oportunidade de anunciar a salvação em Jesus para os moradores de Malta. O que era para ter sido uma grande tragédia e um grande problema tornou-se bênção e oportunidade de salvação para centenas de pessoas. Tudo porque um homem mantinha sintonia constante com o Deus do Universo. E, além disso, sempre estava disposto para cumprir as ordenanças divinas.
Seja como Paulo, amigo ouvinte. Creia no Senhor Deus e você estará seguro. Creia nos profetas dEle e você prosperará.
(ENCONTRO COM AS PROFECIAS)

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Você é daqueles que desistem facilmente?


Veja esse relato que encontrei em meus arquivos: O homem investe tudo em uma pequena oficina. Trabalha dia e noite, inclusive dormindo no local de trabalho. Para poder continuar nos negócios, empenha as jóias da própria esposa. Quando apresentou o resultado final de seu trabalho para uma grande empresa, dizem-lhe que seu produto não atende ao padrão de qualidade exigido.
O homem desiste? Não! Volta para a escola por mais dois anos, sendo vítima das piadas dos seus colegas e de alguns professores que o tachavam de “visionário”.
O homem fica chateado? Não! Após dois anos, a empresa que o recusou finalmente fecha contrato com ele.
Durante a guerra, sua fábrica é bombardeada duas vezes, sendo que grande parte dela é destruída.
O homem se desespera e desiste? Não! Reconstrói sua fábrica. Porém, um terremoto novamente a arrasa.
Essa é a gota d’água e o homem desiste? Não! Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez de gasolina em todo o país e esse homem não pode sair de automóvel nem para comprar comida para a família.
Ele entra em pânico e desiste? Não! Criativo, adapta um pequeno motor à sua bicicleta e sai às ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e querem também as chamadas “bicicletas motorizadas”. A demanda por motores aumenta muito e logo ele fica sem mercadoria.
Decide, então, montar uma fábrica para essa novíssima invenção. Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a idéia é boa, consegue apoio de mais ou menos cinco mil delas, que lhe adiantam o capital necessário para a indústria.
Encurtando a história: Hoje a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística japonesa, conhecida e respeitada no mundo inteiro. Tudo porque o Sr. Soichiro Honda, seu fundador, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente.
Portanto, se você adquiriu a mania de viver reclamando, pare com isso!
Seja perseverante sempre. Nos projetos pessoais, profissionais e, principalmente, espirituais. “Aquele, porém, que perseverar até o fim, será salvo” (Mateus 24:13).
(Autor desconhecido)

 (Amilton Menezes)

Vai e lava-te!

Hoje quero estudar mais uma expressão profética de Jesus. Desta vez está em João 9:7 e foi dirigida a um cego. “Vai, lava-te no tanque de Siloé”.
Perceba que o verso um diz que Jesus estava de passagem. Ou seja, o destino dessa viagem não era o lugar onde o cego vivia. Jesus estava passando por aquele lugar.
Ao visitar Jerusalém o relato bíblico diz que o encontro com o cego e a realização do milagre ocorreu em um sábado. O cego normalmente ficava próximo ao templo ou a um lugar movimentado onde podia pedir esmolas e comover os transeuntes com sua lastimosa situação.
 “No Oriente próximo, a cegueira era muito comum, e se deve a muitas causas, especialmente a tracoma. Entre os milagres mencionados nos evangelhos, este é o único que se destaca que este mal acompanhava esta pessoa desde o seu nascimento” (S.D.A.B.C. vol. 5 pg.972).
Os discípulos, quando viram este cego, aproveitaram para pedir a opinião de Jesus sobre um assunto tão familiar entre eles. A questão era: qual o culpado desse mal, o cego ou os pais dele?
Nos dias de Jesus acreditava-se que as doenças eram castigo de Deus a pecados cometidos pelo doente ou pelos pais do enfermo.
De acordo com o Talmud: “Não há morte sem pecado, e não há sofrimento sem iniqüidade” (idem). “O rabinos também ensinavam que Deus se encarregava de que o pecado fosse castigado de acordo com a seguinte regra: a medida com que um homem mede, será medido também. Sansão desejou com os seus olhos, e por isso os filisteus arrancaram os olhos dele após quando foi preso. Absalão de gloriava do seu cabelo, e por isso ficou dependurado pelo cabelo ao passar embaixo de uma árvore.
Os judeus acreditavam que cada pecado trazia um tipo de castigo, e por isso era fácil descobrir qual era o pecado que determinada pessoa havia cometido. Um rabi por nome de José, ensinava que Deus castigava com calamidades naturais, aos que mereciam a morte. O que havia sido sentenciado ao apedrejamento, poderia também morrer ao cair de um telhado ou pisoteado pelos animais. O que havia sido sentenciado a morrer numa fogueira, poderia em algum momento cair no fogo, ou ser picado por uma cobra venenosa. O que havia sido sentenciado a ser decapitado poderia morrer vitima de um assalto. O que foi sentenciado ao enforcamento poderia também morrer afogado em um rio ou asfixiado” (ibidem).
“Alguns rabinos ensinavam que a epilepsia, cólera, mudez e surdez, eram o resultado visível da transgressão das regras mais comuns da tradição judaica” (idem, p. 973).
Estas declarações históricas comprovam qual era o pensamento mais comum nos dias de Jesus. É por este motivo que os judeus perguntaram a Cristo quem fora o pecador para que aquele homem tivesse nascido cego.
Jesus conhecendo toda esta situação disse: “Nem ele pecou nem seus pais” (João 9:3).
Jesus passa então a corrigir uma idéia equivocada sobre a causa das doenças e as conseqüências do pecado. A situação vivida por aquele homem não era fruto do pecado do cego e tampouco dos pais. Havia uma outro objetivo. Bem maior. No caso, para que as obras de Deus fossem manifestadas.
Depois de corrigir e orientar os discípulos com relação a esse assunto, Jesus cuspiu na terra, fez lodo com saliva e aplicou nos olhos do cego. Então, deu a ele uma ordem profética: Vai, lava-te no tanque de Siloé.
Esta profecia podia ter o seu cumprimento imediatamente ou nunca se tornar realidade. O cego nunca havia visto Jesus. Era cego desde o nascimento. A Bíblia diz que Jesus não fez nenhum discurso ou sermão. Tampouco trocou informações com o cego. Apenas fez lodo com a sua própria saliva e colocou nos olhos daquele sofredor e o mandou que fosse até o tanque de Siloé.
Perceba que o milagre dependia da obediência do doente. Era uma profecia de cura condicional. A oportunidade de enxergar pela primeira vez estava nas mãos e nos pés do cego. A fragilidade dele era agora o grande ponto para a atuação de Deus. O ponto fraco e as limitações eram a grande oportunidade para Deus agir.
Eu não sei como o cego chegou até o tanque de Siloé. Ou ele conhecia bem o caminho ou recebeu ajuda de alguém. E o mais extraordinário e almejado então aconteceu. O cego de nascença passou a ver.
Amigo ouvinte, para Deus não importam quais sejam suas limitações. Deus não está preocupado com isso. Nem com o seu passado. A graça e o perdão dEle estão a disposição de todos os seres humanos. Nada é barreira para o Criador do Universo. Ninguém foi tão longe que não possa ser alcançado e transformado.
Creia no Senhor Deus para estar seguro. Creia nos profetas dEle para prosperar.
(ENCONTRO COM AS PROFECIAS)

Atrairei a todos

Sempre é muito estudar com você as profecias da Bíblia. Hoje vamos considerar João 12:32, quando Jesus disse:  “Mas Eu quando for levantado da terra, atrairei todos a mim”.
O que Ele queria dizer ao fazer tal afirmação? Quando Ele seria levantado?
Os estudiosos da Bíblia entendem que Jesus está fazendo referência a um incidente que ocorreu com o povo de Israel, no deserto, depois de sair do Egito. Estavam a caminho da terra prometida. As murmurações, reclamações e rebeldias eram constantes. Chegaram a dizer que era melhor ter sido ficar no Egito do que ser conduzido por Deus no deserto.
Deus estava cuidando do povo muito bem. Havia providenciado alimento e água. Durante o dia protegia o povo com uma grande nuvem, proporcionado sombra e clima agradável. No período da noite, essa mesma cobertura providenciava o aquecimento necessário para suportarem as baixas temperaturas do deserto.
Ouça como Moisés descreveu a rebelião dos israelitas: “… Por que nos fizestes subir do Egito, para que morrêssemos neste deserto? Pois aqui nem pão e água há; e a nossa alma tem fastio deste pão vil” (Números 21:5).
Após este ato de insurreição contra Moisés e contra Deus, serpentes venenosas invadiram o acampamento e milhares de pessoas começaram a morrer, vitimas das picadas.
O povo, desesperado, vai então até Moisés reconhecendo o pecado de ingratidão contra Deus. Pede socorro, uma intervenção divina. Moisés ora ao Senhor e recebe a seguinte ordem: “Faze uma serpente ardente, e põe-na sobre uma haste; e será que viverá todo o mordido que olhar para ela. E Moisés fez uma serpente de metal, e pô-la sobre uma haste; e era que, mordendo alguma serpente a alguém, olhava para a serpente de metal, e ficava vivo” (Números 21:8-9).
Foi nesse sentido que Jesus usou essa comparação com o Israel antigo. A solução para o pecado estava em olhar para Ele. Profeticamente Ele está dizendo a forma com a qual seria morto. Não está falando da ascensão aos céus. Está afirmando que será erguido, suspenso da terra, o que era um tipo vergonhoso de morte.
A imagem física de uma serpente no deserto, não tinha poder de salvar a ninguém. Era apenas um ilustração da impotência humana diante da morte. Eles não podiam ver-se livres do veneno das cobras. Para serem curados precisavam ter fé na declaração de Moisés e olhar para a serpente de metal. Era uma situação humilhante para um cidadão daquela época seguir esse ritual. Mas, era a ordem. Olhar e viver. Não olhar significava a morte.
Da mesma forma, Jesus estava dizendo que o que, aparentemente, era uma vergonha, uma humilhação, na verdade era a única forma de atrair as pessoas para se tornarem herdeiras da salvação.
Outro detalhe: Jesus disse que quando fosse levantado, aí as pessoas iriam saber de fato quem Ele era (João 8:28). E todos seriam atraídos. O que isso quer dizer? Que o mundo inteiro seria convertido ao cristianismo?
“Esta palavra, significa que não somente os judeus, mas também os gentios [estrangeiros], participariam dos benefícios da salvação, pois o cristianismo  não é de âmbito local, como o judaísmo, e, sim, de aplicação universal” (Novo testamento interpretado, vol.5, pg. 491).
Claro que você já sabe quando Jesus foi levantado, não é mesmo?  O momento em que Jesus esteve mais alto aos olhos de Deus, foi quando ele esteve mais baixo aos olhos humanos. O momento de Sua maior glória aos olhos de Deus foi o momento de maior vergonha aos olhos humanos.
A maior obra do Cristo não foi quando curou doentes, ressuscitou mortos, alimentou multidões, ou acalmou uma tempestade. O maior momento dEle foi quando esteve suspenso em uma cruz.
Os milagres dEle não conseguiram atrair as pessoas do mundo inteiro. Nem mesmo quando, por duas vezes, alimentou grandes multidões. Somente quando foi pendurado no alto de uma cruz conseguiu atrair a atenção do ser humano de todos os tempos.
O mundo está dividido por bandeiras, classes sociais, classes econômicas, raças e religiões. A suposta unidade dos povos é constantemente ameaçada por disputas intermináveis e guerras. Os lideres mundiais não conseguem unir ninguém. Somente Cristo é capaz de quebrar todas as barreias e levar a humanidade à mais pura união.
A profecia foi cumprida naquela sexta-feira quando pessoas das mais diferentes crenças se uniram para ridicularizar, zombar e humilhar o filho de Deus. Foi aí, na maior humilhação produzida pelo homem, que Deus demonstrou a graça do perdão e a glória da salvação.
Olhe para o sacrifício feito por Jesus e seja salvo. Creia nEle para estar seguro. Creia nos profetas dEle para prosperar.

(ENCONTRO COM AS PROFECIAS)

A promessa do Consolador


O clima era de despedida. Os discípulos de Jesus estavam tristes e preocupados. O Mestre, então, faz uma profecia importantíssima. Promete a vinda do Consolador, do Espírito Santo. João 16:8 diz: “E quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo”.
É muito provável que Jesus tenha dito estas palavras a caminho do Getsêmani. O momento era de profunda preocupação e apreensão. A missão de pregar o evangelho ao mundo ainda não era entendida completamente por eles.
O cumprimento dessa promessa se tornava indispensável para o progresso e sobrevivência da Igreja cristã.  “Se o Espírito Santo não viesse, os discípulos estariam em situação muito difícil. Por que? Em primeiro lugar, padecendo perseguição, o que causaria para alguns o martírio e para outros a excomunhão das sinagogas. E, em segundo lugar, sofrendo a solidão que já começava a produzir-lhes tristeza” (Comentário do Evangelho de João, Mario Veloso, pg. 308).
Os acontecimentos daquele final de semana foram rápidos. Jesus é preso na quinta-feira à noite, julgado, sentenciado e crucificado na sexta-feira. No sábado repousa na sepultura e, na madrugada do primeiro dia da semana, ressuscita. Depois de cerca de 40 dias com os discípulos, os reúne pela última vez no monte das Oliveiras. Ali deixa as últimas e importantíssimas instruções para aguardar a vinda do Consolador e depois alcançar o mundo com o evangelho (Atos 1:1-8).
Nesse último contato com os queridos discípulos ficou para eles a garantia: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, até os confins da terra” (Atos 1:8).
A profecia seria cumprida em algum momento. Não ficariam sozinhos. Só precisavam aguardar. Também não tinham razão alguma para duvidar de que a palavra do Mestre não seria cumprida desta vez. Tudo o que Ele tinha falado, aconteceu.
Amigo ouvinte, a Bíblia descreve que depois disso os discípulos ficaram reunidos todos os dias para superarem as diferenças e buscarem o poder prometido. Conta também o que aconteceu: “de repente, veio do céu um som, como de vento impetuoso, e encheu  toda a casa onde estavam assentados. E  viram línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. Todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem” (Atos 2:2-4).
A profecia de Jesus demorou pouco mais de cinqüenta dias para ser cumprida. O Espírito Santo desceu sobre os discípulos e eles passaram a contar para o mundo todo que o único capaz de salvar o homem do pecado e das conseqüências dele é o Senhor Jesus.
Creio que é importante ressaltar que esse momento glorioso não quer dizer que o Espírito Santo não esteve presente em outros momentos entre os homens. Ele esteve atuante várias vezes. No batismo de Jesus, por exemplo, quando a pomba desceu sobre Ele (João 1:32-33). Atuou de forma muito precisa nas pessoas, para que elas cressem em Cristo e se produzisse o novo nascimento (João 3: 5 e 6).
É claro que quando Jesus disse que o Espírito Santo viria, seria para uma missão especifica. Ele teria que dar testemunho em favor de Cristo. Os discípulos necessitavam que o Espírito Santo viesse para ajudá-los na missão de levar os ensinamentos de Jesus para o mundo inteiro.
A primeira manifestação do Espírito foi na festa de pentecostes. O momento não poderia ser melhor. Pessoas de muitos lugares do mundo estavam em Jerusalém. Visitavam a cidade, a maioria judeus que residiam em diferentes lugares do planeta naquela época.
Assim, aqueles homens simples, que falavam apenas a sua língua materna, passaram a falar em outros idiomas. Receberam esse dom, esse presente de Deus. Cada um daquele grupo que se reuniu para ver e ouvir o que estava acontecendo teve o privilégio de entender o plano de salvação em seu próprio idioma.
Isso foi, além de um fato curioso, motivo de grande surpresa para os habitantes da cidade e os visitantes. Inclusive para irritação dos líderes religiosos que poucas semanas antes haviam condenado Jesus à morte de cruz. Primeiro tentaram desacreditar o fenômeno dizendo que os discípulos estavam embriagados. Pedro diz, então, que isso era uma mentira. Afinal tudo acontecia às nove horas da manhã.
O discurso de Pedro foi extraordinário. Apresentou a Jesus, aquele recentemente morto e ressuscitado como o Salvador da humanidade. Apelou aos ouvintes para que se arrependessem dos pecados e fossem batizados. O Espírito Santo de Deus operou maravilhosamente na vida daquela multidão. Mais de três mil aceitaram o convite e foram batizados.

É interessante destacar também que essa profecia continua sendo cumprida nos dias de hoje. O evangelho, as boas notícias de salvação, tem sido pregado nos mais diferentes idiomas e línguas das nações da terra. Vidas tem sido transformadas, pecadores regenerados e o grupo dos salvos aumenta cada dia.
Deus sempre cumpre o que profeta. Creia nEle para estar seguro. Creia nos profetas dEle para prosperar.

(ENCONTRO COM AS PROFECIAS)

Os novos males do álcool


Depois de tantas pesquisas, já não é novidade para ninguém que o alcoolismo por longo período leva a uma doença hepática chamada cirrose, que é o “coroamento” dos danos que o álcool paulatinamente causa ao corpo. Pesquisas recentes de universidades britânicas, no entanto, têm dado mais atenção a outros órgãos que também são danificados pela bebida.

O mais afetado é o coração. Um centro de medicina da Inglaterra aponta, em um estudo, que o alcoolismo pode levar a um pacote de problemas nesse quesito. Aumento de pressão sanguínea, insuficiência cardíaca e infarto são exemplos, além da temível miocardiopatia, na qual o músculo do coração incha e torna a vida do portador um eterno sobressalto quanto à chance de uma parada cardíaca. O álcool, aparentemente, aumenta o nível de gordura circulante no sangue.

Outro centro médico britânico, este especializado em fatores cancerígenos, afirma que o risco de câncer de mama aumenta entre 7% e 12% para cada 10g de álcool ingerido por dia. Em uma semana, 100g de álcool no organismo representam 19% a mais de chances de câncer colorretal. De acordo com um estudo da entidade, a cada ano 13 mil britânicos (dos quais 4 mil mulheres) contraem câncer devido ao consumo exagerado de bebidas.

Mais dois focos de preocupação: imunidade e fertilidade. No primeiro quesito, uma pesquisa aponta o álcool como redutor da nossa resistência a doenças virais. Quanto à capacidade reprodutora, as bebidas alcoólicas tornariam mais difícil o período fértil da mulher e diminuiriam a quantidade de esperma produzida pelo homem.

Um dos fatores mais agravantes, segundo esta nova onda de estudos, diz respeito à quantidade. Nas últimas décadas, tornou-se senso comum que o álcool só faz realmente danos se for ingerido em excesso, e chega a ser aconselhável quando consumido com parcimônia. Mas um estudo da Universidade de Cambridge, também no Reino Unido, coloca até isso em cheque.

Segundo esta pesquisa, que teve uma etapa clínica com ratos de laboratório, o álcool pode ser danoso inclusive em pequenas quantidades.

No delicado quesito da genética, os pesquisadores garantem que poucas doses de álcool durante a gravidez já podem causar danos permanentes ao feto. Um problema de saúde pouco pesquisado, a síndrome fetal alcoólica, aumenta a chance de deficiência mental e física no bebê que vai nascer.

Isso sem mencionar, é claro, que os danos do álcool para o fígado em si continuam crescendo em número de casos e preocupação dos médicos. Uma pesquisa de um hospital em Southamptom, também na Grã-Bretanha, afirma que as mortes por doença no fígado aumentaram em 500%. Deste número de mortes, 85% foram diretamente relacionadas ao álcool.

Segundo os registros de Southampton, 2010 marcou a primeira vez em que mais de um milhão de pacientes foram internados por problemas de alcoolismo em um período de doze meses. Apenas sete anos antes, em 2003, esse número ainda era de 510 mil casos, pouco mais do que a metade.

Fonte: Hypescience

Não lute contra Deus




A partir de hoje quero estudar com você algumas profecias do livro de Atos, que foi escrito pelo médico Lucas. Os apaixonados pela Bíblia dizem que o livro não deveria ser chamado  Atos dos Apóstolos e sim “Atos do Espírito Santo”.
A profecia de hoje foi feita por Gamaliel, e diz o seguinte: “Por isso vos digo: Daí de mão a estes homens, deixai-os, pois se este conselho ou esta obra é de homens, se desfará, mas se é de Deus, não podereis desfazê-la, para que não serdes também achados combatendo contra Deus” (Atos 5:38-39).
“Gamaliel, era neto do famoso Hillel, mas era também um grande professor, e um destacado fariseu… foi um homem de grande influência e muito estimado pelos judeus. Foi o primeiro que recebeu o titulo Rabban, o que demonstra a alta estima que os seus patrícios tinham por ele. A tradição judaica destaca Gamaliel como o fariseu ideal, um digno representante da escola da Hillel. Ele era conhecido como Gamaliel, o maior” (S.D.A.B.C. vol.6 pg. 186).
O que estava acontecendo para que Gamaliel profetizasse estas coisas a respeito do cristianismo? O momento histórico que esta profecia foi feita, indica que Jesus já havia morrido, ressuscitado e os discípulos estavam vivendo sem a presença do Salvador, as primeiras experiências de um real testemunho.
A pregação dos discípulos estava causando uma grande agitação na sociedade e na religião. Um dos pontos altos do discurso era a afirmação de que a morte de Cristo, executada pelos romanos, fora resultado de um planejamento da liderança religiosa da época.  A acusação era muito grave.  O povo estava dividido. Ninguém sabia com clareza onde estava a verdade.
“Em Jerusalém, onde existia o mais profundo preconceito, e onde prevaleciam as mais confusas idéias com respeito Àquele que havia sido crucificado como malfeitor, os discípulos continuavam a falar com ousadia as palavras da vida, expondo perante os judeus a obra e a missão de Cristo, sua crucifixão, ressurreição e ascensão. Sacerdotes e príncipes ouviam pasmados o claro, ousado testemunho dos apóstolos. O poder do Salvador ressurgido tinha sem duvida caído sobre os discípulos, e sua obra era acompanhada por sinais e milagres, que aumentava diariamente o numero dos crentes” (Atos dos Apóstolos pg. 77-78).
Nem tudo, porém, ia bem. Havia uma grande oposição à pregação. Vários foram presos. Mas, ao invés de diminuir o ânimo dos crentes na nova religião, isto só fazia com que ela aumentasse.
Alguma coisa precisava ser feita. Uma postura mais forte estava sendo cobrada dos lideres religiosos da época. O Sinédrio foi convocado e uma posição deveria ser tomada contra estes homens que estavam tumultuando Jerusalém com a história de Jesus.
Quando a discussão estava forte e se alongando, um homem sábio e respeitado, se levantou. Era Gamaliel, o grande teólogo da época.
Dentre as muitas coisas que disse, acabou profetizando sobre o futuro do cristianismo. Ele alertou aos seus companheiros que se este movimento fosse de Deus não adiantava estar lutando, por que uma pessoa de sã consciência não iria querer lutar contra Deus. Se Deus não estivesse no comando tudo iria desaparecer em breve.
Não deu outra. O cristianismo invadiu o mundo de então, chegando, inclusive, aos mais nobres palácios. Ultrapassou fronteiras e chegou aos lugares mais remotos da terra. Alcançou pessoas simples, soldados e também comandantes de exércitos. Transformou homens ricos do comércio. Converteu doutores e escravos, ricos e pobres.
E não pense que ser cristão nos tempos de Jesus era coisa fácil. Ser cristão era correr sério risco de morte!
Logo após a morte de Cristo os lideres religiosos e políticos começaram a perseguir os cristãos.
Nero, por exemplo, foi um dos imperadores que mais perseguiu a Igreja. Diz a história que certa vez, ele queria uma cena inspiradora para compor uma melodia. Subiu em uma das montanhas que cerca Roma, e mandou que parte da cidade fosse incendiada. A parte pobre de Roma foi destruída pelo fogo. Enquanto centenas e centenas de pessoas sofriam as dores do fogo, ele tentava compor uma de suas canções.
Após este incidente terrível, os cristãos foram acusados de terem colocado fogo na cidade. Por causa disso foram cruelmente perseguidos e condenados a morte. Todas as tentativas de intimidar e impedir o crescimento do cristianismo não tiveram êxito. Pelo contrário, o número de seguidores aumentava como se as cinzas dos mortos fossem semente.
Gamaliel profetizou o futuro glorioso do cristianismo. Um movimento que nasceu para vencer, pois começou com Jesus, o Criador do Universo. Não há como impedir a atuação do Eterno no coração e na vida do ser humano.
Não lute contra Deus nem contra a influência do Espírito Santo na sua vida. Não tenha medo de ficar ao lado da Bíblia. Com Deus a vitória é certa!
Creia nEle para estar seguro. Creia nos profetas dEle para prosperar.

(Encontro com as Profecias)

Novela Malhação: vício, degradação e espiritismo


A novela, chamada por alguns de “inacabável”, Malhação, nunca deu um bom exemplo para a sociedade, principalmente aos jovens, porém, agora, a Rede Globo lança algo “inaturável” aos cristãos, e muito mais que isso: estão tentando levá-los à perdição, mais do que já tentavam antes. Há muitos anos, Malhação lançou uma doutrina de adultério, onde “ninguém é de ninguém e todo mundo é de todo mundo”, assim como TODAS as novelas, não apenas as da Globo, mas de todas ou quase todas as emissoras, inclusive as da Rede Record, que já que é uma empresa de um pastor, deveria ser usada única e exclusivamente para a evangelização. Agora, além de tantos maus exemplos para a juventude, a Rede Globo lança uma “nova ideia” à mente dos jovens: o espiritismo.

Os verdadeiros cristãos já sabem que as práticas espíritas são abomináveis aos olhos de Deus. Veja um trecho relacionado, escrito no site da novela: 

“Durante uma noite chuvosa, ela caminha por ruas estreitas e desertas. Alexia procura pelo número 1046, mas não consegue encontrar. Ouve um barulho de algo caindo e percebe que está sendo seguida. Ao se esconder em um beco, tenta fazer uma ligação, mas o celular está sem sinal. A garota tenta se acalmar e se aproxima da rua para olhar se ainda há alguém por ali. Nisso, Alexia dá de cara com um homem todo de preto. Ela foge, desesperada, e quando pensa que não vai mais aguentar continuar correndo, a garota sente alguém pegá-la pelo braço e puxá-la para trás de um muro. É Douglas, que sussurra: ‘Shhh, quieta, Alexia, pô!’ Alexia chora de saudade e tristeza. ‘Não é possível... não é possível, Douglas... Douglas, você morreu!’ A garota fica arrasada cada vez que tem um sonho com ele. No dia seguinte, seus olhos estão inchados de tanto chorar. O atual namorado, Moisés (Alejandro Claveux), presidente da ONG em que ela dá aula, fica intrigado com seu jeito estranho. Um sonho que se repete será um sinal do namorado morto?”

Jovens, fiquem espertos! Telespectadores, fiquem ligados! “Porque o demônio desceu para vós, cheio de grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Apocalipse 12:12).

(Natan Moreira)

Nota: Deus tem pessoas sinceras e atentas em todas as denominações religiosas. Amém por isso! Em triste condição estão alguns cristãos que, embora devessem conhecer muito do que Deus revelou em Sua Palavra, gastam horas e horas (do “relógio” que se apressa para o fim) diante da TV para assistir produções que exaltam o vício, a degradação e o espiritismo. Acorda, povo de Deus!

Fonte: Criacionismo

Porque Deus proibiu o Consumo da Carne de Porco?


Primeiramente vejamos a Origem do consumo da Carne de Porco. 

“... No antigo Egito havia preconceito contra a carne de porco como alimento. O consumidor deveria purificar-se. Moisés proibiu o consumo de porco pelos hebreus. Havia uma razão sanitária: os porcos transmitiam tênias, triquinas e outros parasitas. A inspeção sanitária eliminou o perigo da transmissão. Os árabes, influenciados pelos hebreus, não comiam carne de suíno antes de Maomé. O Alcorão proibiu rigorosamente o seu consumo. Por isso não há porcos no Iran.

Mas os babilônios e os assírios muito apreciavam o porco. Faziam-no figurar em suas esculturas e baixos-relevos. Os gregos e, sobretudo os macedônios, eram grandes apreciadores da carne suína. Ao rei Felipe, e o seu filho Alexandre, o Grande, costumavam servir leitõezinhos assados em bandejas de ouro. Os gregos criavam suínos e os dedicavam a sacrifícios aos deuses Ceres, Martes e Cibeles. Para os habitantes da ilha de Creta, estes animais eram sagrados, sendo considerado o principal alimento de Júpiter, que segundo a lenda teria sido amamentado por uma porca. Durante o Império Romano, houve grandes criações e era apreciada sua carne em festas da Grande Roma e também pelo povo. Columela, Varão e Plínio, escrevendo sobre os suínos, ensinaram a criá-los. Catão acreditava que a prosperidade de um lar se avaliava pela quantidade de toucinho armazenada. Também entre os povos germânicos era um alimento muito procurado. Carlos Magno prescrevia para seus soldados o consumo da carne de suíno. Nesta época foram editadas as leis sálica e borgonhesa, que puniam com severidade os ladrões e matadores de porcos.

Na Idade Média, o consumo da carne suína era grande, passando a ser símbolo de gula, volúpia e luxúria. Ao tempo do descobrimento da América, o porco já se achava espalhado por toda a Europa, se bem que ainda não existisse o cevado (porco engordado, nutrido). Este, só no século XVIII, é que apareceu em virtude do cruzamento do porco europeu com o chinês, importado por suecos.

Em nosso continente, os suínos chegaram em 1493, na região de São Domingos, na segunda viagem de Cristóvão Colombo, quando desembargaram oito animais. Estes animais expandiram-se por toda a América do Norte e Central, chegando até ao Equador, Colômbia, Peru e Venezuela. No Brasil, foi com o navegador Martim Afonso de Souza, que vieram os primeiros porcos para o litoral paulista (São Vicente) em 1532. Anos depois, no governo de Tomé de Souza, chegou à Bahia a galera "Galga", com animais domésticos. O porco deveria ser um deles. O certo, é que em 1580, havia bastante porco no Brasil, pelo menos em terras hoje paulistas e baianas.

Naturalmente foram as raças então existentes em Portugal, as primeiras introduzidas e criadas entre nós. Do tipo ibérico vieram as raças Alentejana e Transtagana. Do tipo céltico, a Galega, a Bizarra e a Beiroa. Do tipo asiático, a Macau e a China. Cruzaram-se desordenadamente. Mestiçaram-se também com raças originárias da Espanha, Estados Unidos, Itália, Inglaterra e Holanda. Houve ainda influência do meio e da alimentação, além da mestiçagem. Depois, alguns fazendeiros se preocuparam com o melhoramento do porco nacional e atuaram bem nas raças que iam surgindo naturalmente.

Porém somente no início do século 20, começou realmente o melhoramento genético daquelas raças, através da importação de animais das raças Berkshire, Tamworth e LargeBlack, da Inglaterra, e posteriormente das raças Duroc e Poland China. Em 1930/40 chegaram às raças Wessex e Hampshire, em 1950 o Landrace, e na década de 60, os Large White. O melhoramento genético mostrava-se inovador com a entrada dos primeiros animais híbridos da Seghers e PIC, na década de 70.

O uso do porco na cozinha brasileira, portanto, data praticamente da época do descobrimento. Esteve incorporado à cozinha mineira desde os primórdios de sua história. Sabe-se que dado ao total interesse do colonizador pela atividade mineradora, pouco ou nada sobrava de mão de obra para as atividades de plantio ou criação de animais. Isso nos levou ao uso abundante dos porcos nas Minas Gerais do século 18, pois, para a sua criação bastavam as "lavagens", restos de alimentos que acrescentados a outros produtos nativos como bananas e inhames, compunham a ração necessária para a fartura de banha, torresmo, carnes, lingüiça e lombo. ”-1

Quando Deus Criou a terra, a Bíblia nos informa que Deus tinha fornecido como alimento para o homem, as ervas e frutas: Disse-lhes mais: Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem semente, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dê semente; ser-vos-ão para mantimento. Gênesis 1:29. Portanto fica claro que ao criar o homem não era Seu objetivo o consumo de carne.

Após o Pecado e principalmente após o Dilúvio, Deus permitira ao homem o consumo de carne limpa. Um dos objetivos ao fazer isto era diminuir a vida do ser humano na terra.

Mas quando o povo de Israel saiu do Egito em direção a Canaã, Deus deu ordens explícitas quanto ao alimento que eles deveriam comer. Encontramos em Levítico Capítulo 11 uma lista de todos os animais permitidos e não permitidos por Deus:

“Os seguintes, contudo, não comereis, dentre os que ruminam e dentre os que têm a unha fendida... e o porco, porque tem a unha fendida, de sorte que se divide em duas, mas não rumina, esse vos será imundo.” Verso 4 e 7.

Qual o objetivo de Deus ao proibir o consumo de animais impuros, como a carne de porco?

O motivo de Deus proibir seu consumo era para que a doença não se propagasse no acampamento do povo. Para não se tornarem imundos. Só para se ter uma idéia, não se podia nem mesmo criar porcos e nem ao menos tocar o seu cadáver. O porco era considerado um animal imundo e aquele que participasse de sua carne seria considerado Abominável. Isaias 65:4

O Rev. W. K. Lawther Clarke diz no seu Conciso comentário Bíblico (pub. S.P.C.K., 1952) comentando aquelas passagens: "As leis foram inculcadas e obedecidas porque elas serão incorporadas pelo desejo de Deus" (p. 371)

O Dr. E. A. Widmer cita no seu artigo "A carne de porco, o Homem e a Doença" (Good Health, vol. 89, nº1):

"A carne de porco embora seja um dos artigos comuns na dieta, é um dos mais nocivos. Deus não proibiu os Hebreus de comerem carne de porco meramente para mostrar a Sua autoridade, mas, por ser um artigo de comida impróprio para o Homem"

Vamos ler o que diz o dicionário Bíblico de Westminister:

"O porco era um animal ritualmente impuro... Ele é imundo, não se nega em rejeitá-lo como refugo e carne podre, e o uso da sua carne para comida em países quentes é suspeita de gerar doenças cutâneas. Não era criado pelos Árabes (Plínio, Hist. Nat. VIII, 78), e era considerado como imundo pelos Fenícios, Etíopes e Egípcios... Para os Judeus a carne de porco era abominável, o porco era a divisa da sujidade e da baixeza... No entanto, a carne de porco encontrou assento nas festas idólatras dos degenerados Hebreus (Isaias 65: 4 / 66: 17). No reinado de Ânticos Epifano a ordem para um Judeu para imolar ou para provar carne de porco foi usada com meio de determinar se a pessoa era leal à religião de seus pais ou estava disposto a aceitar o culto protegido pelos seus conquistadores (I Macabeus, 1: 47- 50; II Macabeus, 6: 18; 21; 7; 1, 7). Por muitos Judeus terem sido afetados pelas maneiras Gregas, João de Hircano achou prudente publicar um édito afim de que ninguém pudesse possuir porcos. No tempo de Cristo uma grande vara de parcos, pelo menos, era pastoreada em Decápolis (Marco, 5: 11, 13), uma região colonizada pelos Gregos, entre os quais o porco era altamente estimado como artigo de mantimento. Não há razão para supor que os Judeus fossem donos de qualquer destes porcos ou daqueles apascentados em país longínquo pelo filho pródigo (S. Lucas, 15: 15)" (pp- 584- 5)

Alguns Cristãos dizem que Deus, no novo testamento permitiu a carne imunda (tratando-se deste artigo, a carne de Porco) para consumo, na Visão que Pedro teve do Lençol de animais impuros em Atos capítulo 10.

Na visão Deus baixa até Pedro um lençol contendo: ... Todos “os quadrúpedes e répteis da terra e aves do céu.” Porém Pedro sendo Judeu e por tradição não comia nada Impuro, disse: “... E uma voz lhe disse: Levanta-te, Pedro, mata e come.

... Mas Pedro respondeu: De modo nenhum, Senhor, porque nunca comi coisa alguma comum e imunda.” E então Deus responde a Pedro de forma categórica: Pela segunda vez lhe falou a voz: Não chames tu comum ao que Deus purificou. É este verso que os consumidores do “Porquinho” usam para abafar seu pecado. Porém se notarmos no contexto vamos entender o que Deus quis dizer a Pedro com aquela visão.

No verso 19 é nos dito:

Estando Pedro ainda a meditar sobre a visão, o Espírito lhe disse: Eis que dois homens te procuram.

Que interessante? Pedro ainda esta tentando entender a visão quando dois homens o chamam na casa.

Estes homens eram servos de Cornélio, um gentil. E o que queriam? Verso 22, diz: Eles responderam: O centurião Cornélio, homem justo e temente a Deus e que tem bom testemunho de toda a nação judaica, foi avisado por um santo anjo para te chamar à sua casa e ouvir as tuas palavras.

Pedro então os segue até a casa de Cornélio. E o que encontra?

Pedro encontra pessoas sinceras e com sede de conhecer o evangelho. Versos 24-27. Mas tinha um problema, eram gentis. Naquela época o que os discípulos não entendiam era que o evangelho deveria ser levado para todos, Judeus e não Judeus. E Deus queria ensinar a Pedro esta lição.

Interessante é o que Pedro diz: “Vós bem sabeis que não é lícito a um judeu ajuntar-se ou chegar-se a estrangeiros; mas Deus mostrou-me (no sonho que teve) que a nenhum homem devo chamar comum ou imundo;

Olha só que interessante! Agora Pedro entende a visão que teve, ou seja, Deus queria que ele entendesse que ninguém é imundo, quando decidimos servir a Cristo somos puros.

Então o próprio Pedro reconhece seu erro em público (que humildade!) e diz: Então Pedro, tomando a palavra, disse: Na verdade reconheço que Deus não faz acepção de pessoas;

Que maravilha! Louvado seja Deus! Após entender a visão os batizou e o poder de Deus foi reconhecido entre os não Judeus e Judeus: “Os crentes que eram de circuncisão, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilharam-se de que também sobre os gentios se derramasse o dom do Espírito Santo; verso 45.

Na visão, Deus não queria permitir o uso da carne impura, Ele em sua sabedoria usou algo comum a Pedro para ensiná-lo que não deveria fazer acepção de pessoas. (“Não chames tu comum ao que Deus purificou.”) É claro que Pedro nunca iria comer nada daquele lençol. Se Deus tivesse intenção de permitir o consumo de Porco naquela visão, então porque Pedro não comeu? Porque Pedro sabia que a visão tinha outro significado. Se a carne de porco fazia mal no acampamento Israelita, fazia mal também no Tempo de Pedro, e ainda faz no nosso. Deus não Muda! Amém por isto.

Mas vejamos o que causa a carne de porco em nosso corpo?

Primeiro vamos ler o que diz um médico (ninguém melhor!)

Desde os tempos mais remotos a carne de porco é consumida como alimento, mas, sempre com reservas. Tanto pela questão bíblica, que condena veementemente o seu uso, como pela questão científica, que tenta minimizar os seus efeitos negativos, mais pela força comercial que, neste caso, se estabelece.

A carne do porco pode transmitir doenças graves

Nos dias atuais, as pessoas ainda oferecem grande resistência para o consumo desta carne. E não é sem razão. A ciência alardeia que hoje a carne de porco pode ser consumida sem problema, pois passou, nestes últimos 30 anos por modificações genéticas, o gado suíno vive sob rigorosas condições de higiene, só come ração, milho e soja, mas, não divulga que com todos estes cuidados, o animal nunca deixou de fazer jus ao seu nome: porco é sempre porco.

Se quisermos saber da pureza da carne de determinado animal, basta ver o que ele come. O boi só come capim e rumina, sua carne, portanto, é mais saudável. O tubarão, apesar de ser um peixe, come de tudo: lixo, esgoto de navio, animais venenosos, etc.; é o “porco do mar”.

O porco de hoje come ração, mas, o que ele faz com esta ração? Pisa, se deita nela, defeca e urina em cima e depois come. Logicamente, sua carne, assim como a do tubarão estará cheia de toxinas.

É inegável que a carne suína é muito saborosa, porém, a relação custo-benefício deve ser observada. O que vale mais, o sabor agradável ou o prejuízo à saúde? E o que dizer da incerteza da própria ciência quando se trata de um produto geneticamente modificado?

Em muitas cidades do Brasil, ainda podemos encontrar o suíno nas condições primárias: criado à base de lavagem, comida podre, que o próprio animal mistura com suas fezes e come.

Esta carne, rica em toxinas, triquinose e cisticercos (larvas da tênia), vão provocar no ser humano dificuldade de cicatrização, aparecimento de furúnculos, feridas infectadas, prurido na pele, dor de cabeça, má digestão, tontura, náuseas (às vezes vômitos), teníase (a temida “solitária”) neurocisticercose (quando o cisticerco se aloja no cérebro causando crises convulsivas), e outras manifestações clínicas que a mídia tenta encobrir por questões comerciais.

Infelizmente, não há, na face da terra, fiscalização que consiga controlar as condições sanitárias do gado suíno, até porque os agentes causadores de doença são microscópicos e estão entranhados na carne destes animais.

Gostaria de alertar aos internautas com relação ao tratamento que está sendo dado atualmente à carne de porco, tentando promover um produto reconhecidamente maléfico, riquíssimo em gordura trans à categoria de nutritivo e light.

Em se tratando de saúde, todo cuidado é pouco! –2.

Tem um protozoário chamado de “Cilium”, que os médicos dão o nome de “Balantidium Coli”, sobre isto diz o Doutor:

O Dr. E. A. Widmer “A carne de porco, o Homem, e a Doença" (Boa saúde, vol. 69, n°1), o seguinte:

"O protozoário cilium, tecnicamente conhecido como "Balantidium Coli", é extremamente comum ao porco. Exames recentes em vários países revelam uma incidência variável entre 21 a 100%. Este organismo é muito menos comum no homem. A incidência geral de um por cento referida em Porto Rico é representativa da incidência em diversos países. Quando descoberto ao homem, sérios sintomas clínicos podem seguir-se. A evidência corrente aponta a carne de porco como a fonte principal da infecção humana."

O que causa este protozoário e: Disenteria, se não tiver os cuidados necessários pode ocasionar a morte. O Dr. Chandier no seu livro "Parasitas Animais e Doenças Humanas” (pág. 7) "é somente nos países criadores de porcos, e onde haja demasiados recintos próximos entre o homem e este animal que a doença é freqüente".

Existe também o verme “triquina”.

O Dr. Widmer em seu livro: "A Carne de Porco, o Homem e a Doença", acima mencionado:

"O verme triquina está essencialmente limitado à Europa central e àquelas zonas temperadas da América para as quais seus emigrantes têm ido".

"Em comparação com os cílios e tênia da carne de porco, o verme triquina causa as mais sérias conseqüências no corpo humano. Os adultos estão presentes no intestino grosso do homem. depois de acasalar, as fêmeas produzem larvas que entram nos vasos sanguíneos para distribuição por todas as partes do corpo. Estas lavras migrantes podem invadir os músculos do esqueleto, o cérebro, a medula dos ossos, a retina e os pulmões. Desde que cada verme fêmea pode produzir mais que 1.500 lavras, e desde que estes vermes imaturos invadam diversos órgãos do corpo, vários sintomas clínicos podem aparecer. Nas infecções fortes a morte pode sobreviver na segunda ou terceira semana, mas na maioria das vezes ela ocorre na quarta ou sexta semana depois da exposição. Alguns prognósticos de recuperação variam com a situação e o número de lavras de triquina, a severidade de sintomas, e as condições físicas do paciente".

O mesmo livro, (A Carne de Porco, o Homem e a Doença) diz:

"É geralmente suposto que a presença dos vermes triquinas nos porcos foi a base para a proibição do seu uso para a alimentação do povo Judaico.”

O Dr. Widmer diz:

"É significativo notar que, desde o tempo do Mandamento de Deus para os filhos de Israel até esta década, A Ciência Não Encontrou Cura para os Pacientes Com Triquinose. O tratamento consiste mais no alívio dos sintomas causados pelos vermes, do que na destruição dos vermes."

Vamos ver mais alguns parasitas que contém na carne de porco. Obs.: vale lembrar que alguns parasitas aqui descritos também estão na carne de Boi, porém em maior quantidade na carne de porco. A carne de porco é a principal fonte destes parasitas.

“Vamos começar pela Tênia. A tênia é chamada Taenia Solium em Latim. A carne de porco é a principal fonte desta infecção.

A incidência da infecção humana com a tênia da carne de porco varia através do mundo. No seu novo relatório clássico "Este Mundo Bichoso", (1947), Stoll estimou que 2,5 milhões de pessoas, por toda a parte do mundo, foram infectadas com o seu organismo.

O que se diz da lombriga?

É um parasita, de seis a dez polegadas de comprimento, que também é chamado de "verme viajante" porque ele passa por vários órgãos do corpo humano.

O Dr. Ramson em "Parasitologia Silenciosa" menciona que estes parasitas são idênticos aos que se fixam nos porcos; eles pertencem às mesmas espécies.

Quer dizer que o verme que está fixado na carne de porco é muito facilmente transferido para os seres humanos, aonde ele faz muitos estragos. A mesma declaração está inserida na Enciclopédia Britânica sob o título "Round Worn".

E o que é o verme de gancho (Hook Worn)?

O verme jovem desta doença entra na pele humana por perfuração da pele ou através de algum corte. Os porcos devoram os excrementos humanos contendo ovos de parasitas, os quais se desenvolvem dentro deles e saem da casca já como vermes jovens. Quando estes são transpostos para fora, tornam-se contagiosos para o homem. Esta infecção predomina muito nos diversos países tropicais.

A Enciclopédia Britânica, vol. 11, sob o titulo Hook Worn refere:

"Hook Worn é um verme redondo parasítico. Dois parasitas, Ancilóstomo Duodenal e o Necator Americanus, originam a doença ancilostomíase.

A ancilostomíase é um flagelo dos climas tropicais, de que resulta a debilidade anêmica da população. A anemia, na doença do Hook Worn, resulta da sucção do sangue pelos vermes adultos no intestino e concomitante inflamação das entranhas. Um único Ancilóstomo Duodenal pode destruir, em média, quase um centímetro cúbico de sangue por dia. Assim como um chupador de sangue, o Necator americanus anda á volta de um quinto no seu ativo.

Em geral, os sintomas da forte infecção clássica incluem a palidez da pele e das extremidades, a prisão de ventre alternando com diarréia, a delicadeza abdominal, aumento de apetite por alimentos volumosos ou de desusadas substâncias (comedores de terra), desarranjos sexuais (atraso de puberdade, impotência, menstruação irregular), insuficiência endocrínica, crescimento enfezado, fraqueza cardíaca, palpitação, hipersensibilidade da pele ao frio, debilidade física, fadiga, sonolência, apatia e melancolia."

O que é "Faciolopsis Buski"?

Estes parasitas foram descobertos por lankaster (1857) e por Odliver (1902). Estes parasitas permanecem latentes por bom tempo no intestino delgado dos porcos. O parasita ao deixar o porco infecta o caracol de água que em movimento circular infecta o homem. Ele é extremamente predominante na China.

Agora chegamos ao "Clonorchis Sinesis".

Este parasita foi descoberto por Cobbold (1857) e Loss (1907).

O Clonorshis Sinesis é um verme chupador, uma espécie de parasita que vive na passagem da bílis do fígado dos porcos, a qual é a fonte destes parasitas infecciosos das pessoas em contato muito aproximado com porcos. A ocorrência da doença na China, Formosa, Japão, Coréia, Sul da Índia e Vietnam aponta, novamente, para a muito próxima associação com porcos.

Este parasita cria muitas doenças sérias no fígado e tórax dos seres humanos.

Quais são aquelas doenças?

Se este parasita estiver presente nos pulmões, ele pode causar a pneumonia; se estiver nos brônquios, provoca a sufocação, e se estiver nos intestino origina a obstrução intestinal, ou a pancreatilose aguda.

Depois há a "Clonorchiasis", uma doença peculiar do fígado. O fígado torna-se volumoso e acompanhado com grave Iterícia, Diarréia e Emagrecimento; pode matar fatalmente. A Ciência médica, a respeito dos seus persistentes esforços, não tem, ainda, conseguido produzir algum tratamento especifico para ela. As complicações na doença são a formação de pedra no fígado e o cancro.

Há mais alguma doença relacionada com a carne de porco?

Sim. Há a Erisipela, a Hemoptise Endêmica, isto é, sangria dos pulmões, e a Brucelose, ou seja, o aborto do porco.

O que é a "Erisipela"?

Esta doença é causada pelo germe Erysipelothrix Rhusiopathiae. Esta doença ocorre em formas aguda e crônica. Os sintomas de forma aguda são, principalmente, a febre alta, atividade reduzida e falta de apetite. Usualmente produz a morte rápida. A Erisipela crônica causa crustas de chagas da configuração do diamante na superfície da pele; e há dano residual nas superfícies exteriores das articulações, e nas válvulas do coração, do que pode seguir-se a coxcadura e, ou, a morte súbita.

*** “Os pormenores podem ser vistos na Enciclopédia Chambers, - Nova edição revisada, 1968, vol. 10, sob o titulo “O Porco” e na Enciclopédia do Povo Americano, - edição de 1960, vol. 15, na rubrica” "O Porco".

E qual a sua relação com o porco?

Segundo a Enciclopédia Chambers, esta bactéria "pode ser de utilidade ao solo por longo período e, é também, encontrada no corpo de alguns 30% de todos os porcos saudáveis. Por conseguinte, a erradicação é impossível se a doença evidente não é uma simples matéria de infecção".

E o que é impertinente é o fato de que algumas bactérias causam a mesma doença nos seres humanos. Assim, alguém que come de porco tirada, precisamente, de um "porco sadio", está em perigo de contrair a doença acima mencionada e a morte. A dita Enciclopédia diz que "o mesmo organismo (isto é, germe) causa erasipeloid no homem...”

“... E o que é "Aborto de Porco"?

O seu nome cientifico é Brucelose. A Enciclopédia do Povo Americano, no vol. 15, sob o titulo "O Porco" diz: "A bruceloses ou aborto do porco é importante não somente por causa das perdas do porco, mas também por causa de a doença poder ser contraída pelo homem. No porco, a Brucelose provoca o aborto e a esterilidade. A doença é difícil de diagnosticar e praticamente impossível de curar. É recomendada a remoção dos animais infectados".

Em resumo, o porco, o supremo portador de germe, é a causa de muito sérias e fatais doenças, entre elas, disenteria, triquinose, tênia, lombriga, hook worn, ictérica, pneumonia, sufocação, obstrução intestinal, pancrealitose aguda, edema do fígado, diarréia, emagrecimento, formação de pedra no fígado, cancro, anemia, febre alta, o impedimento do progressivo desenvolvimento da criança, tifo, coxeadora, perturbações de coração, aborto, esterilidade, e morte repentina.

“Eu não sei de qualquer outro animal que transporte tão diversas e tão mortais bombas para destruir o corpo humano.” -3

Há um século Ellen White escreveu inspirada por Deus:

Pululam parasitas nos tecidos do porco. Deste disse Deus: "Imundo vos será; não comereis da carne destes e não tocareis no seu cadáver." Deut. 14:8. Esta ordem foi dada porque a carne do porco é imprópria para alimentação. Os porcos são limpadores públicos, e é esse o único emprego que lhes foi destinado. Nunca, sob nenhuma circunstância, devia sua carne ser ingerida por criaturas humanas. É impossível que a carne de qualquer criatura viva seja saudável, quando a imundícia é o seu elemento natural, e quando se alimenta de tudo quanto é detestável.

Muitas vezes são levados ao mercado e vendidos para alimento animais que se acham tão doentes que os donos receiam conservá-los por mais tempo. E alguns dos processos de engorda para venda produzem enfermidade. Excluídos da luz e do ar puro, respirando a atmosfera de imundos estábulos, engordando talvez com alimentos deteriorados, todo o organismo se acha contaminado com matéria imunda.

Os animais são muitas vezes transportados a longas distâncias e sujeitos a grandes sofrimentos para chegar ao mercado. Tirados dos verdes pastos e viajando por fatigantes quilômetros sobre cálidos e poentos caminhos, ou aglomerados em carros sujos, febris e exaustos, muitas vezes privados por muitas horas de alimento e água, as pobres criaturas são conduzidas para a morte a fim de que seres humanos se banqueteiem com seu cadáver. -4

Louvado seja Deus por esta proibição, isto nos mostra o quanto Deus se interessa pela nossa saúde. E nos mostra o quanto ele nos ama.

Viver sem o consumo desta carne traz grandes benefícios, mais vigor, mais poder intelectual, mais saúde. Como diz o apostolo João: Amado, desejo que te vá bem em todas as coisas, e que tenhas saúde, assim como bem vai à tua alma. III João 2.

Devemos cuidar do Templo que Deus nos concedeu, este templo do nosso corpo não pode ser destruído, mas se for, Deus o destruirá:

“Não sabeis vós que sois santuário de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?

Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque sagrado é o santuário de Deus, que sois vós.” I Corinthios 3: 16 e 17
 

Daniel Portes.

Bibliografia:
1-http://correiogourmand.com.br
2-Wolmar Carregozi é clínico geral, ginecologista, obstetra e médico do trabalho
3- Sayd Saeed Aktar Rizvi

Tradução de M. Yussuf M. Adamgy e muhammad 'Ali.