quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Eu estou aqui


Eu compreendo que tu queiras um amigo
visível, palpável, presente …
Eu entendo
Que tu queres contar as tuas alegrias e ver
alguém sorrindo contigo …
Que nas vitórias tu precisas festejar com alguém …
Que nas horas vazias
um amigo é o remédio para a solidão …
Que no pranto é necessário um ombro para apoiares
tua cabeça e aquela mão que te oferece o lenço …
Que no desabafo um par de ouvidos amigos
faz toda a diferença …
Que na hora do abandono queres alguém que te diga
“calma, estou contigo” …
Que na perda de um amor é um conforto um outro
alguém dizendo que te ama …
Que na hora da partida de um ente querido precisas
de mãos amigas segurando as tuas …
Que numa enfermidade te sentes melhor quando
recebes visitas, flores e frutas …
Eu compreendo
Que tu precisas de amigos e companheiros visíveis
porque estás num mundo
onde ninguém quer ver se sozinho.
Mas … se tudo falhar, lembra te:
Aqui estou Eu para aliviar o peso de toda
e qualquer cruz do teu caminho.

(Autor desconhecido)

Adão foi obrigado a pecar?


Adão não precisaria ter pecado. Poderia ter recusado comer das mãos de Eva o fruto tentador e se entregar nas mãos do Criador, tendo confiança que o Pai celestial iria solucionar o problema.
Nós também hoje não precisamos pecar e nem somos obrigados a cometer o erro, apesar de sermos pecadores. Se confiarmos em Deus e, se tivermos fé como teve, por exemplo, José, no Egito, não pecaremos.
Será que faltou fé e confiança para Adão? Ou ele tomou a decisão sabendo o que estava fazendo? Por que não suportou com perseverança a prova tentadora se de fato amava profundamente a Deus?
A verdade é que Adão não preparou seu coração para enfrentar o problema que o tentador colocou ardilosamente diante dele. A serpente não foi aonde Adão estava; ela ficou longe, na árvore proibida. Satanás enganou a mulher e esta foi ao encontro do marido com a tentação nas mãos. E ali estava na sua frente Eva, a amorosa Eva, linda como sempre, graciosa, gentil e… agora com algo que ele não sabia o que era – o pecado. E aí acontece a primeira e fatal tentação!
Eva estava diferente e isto chamou a atenção do marido. Mas não pôde de imediato perceber que já fosse o resultado do pecado nela. Não sabia que Eva estivera com Lúcifer até que ela lhe contou da conversa junto à árvore proibida.
A realidade caiu diante de Adão com uma tristeza que ele jamais sentira. Logo percebeu que estava diante de um dilema: não comer e se separar de Eva pela morte dela, ou comer e os dois morrerem por causa do amor que ambos tinham um pelo outro…
Adão pensou. Reclamou de Eva. Que pena o que ela fez. Mas decidiu ficar com ela e também comeu do fruto. Quem sabe Deus, que também sabia o que é amar, levaria em conta seu grande amor por Eva e daria uma solução. Não estavam casados para sempre, pelo próprio Deus? Por que separação? Ele falaria com o Criador e apelaria aos Seus sentimentos de amor… Até poderia sugerir a Deus como solucionar o problema!
Mas a verdade é que a extensão dos efeitos do pecado neles os fez terem medo, vergonha e assim se esconderem de Deus. Que desastre, quando nós também desejamos insinuar a Deus o que gostaríamos e esperaríamos que Ele fizesse para compreender a nossa situação. A história se repete. Quando damos lugar ao diabo, escarnecemos de Deus e crucificamos a Jesus outra vez. Adão não foi obrigado a pecar. Ele escolheu voluntariamente o erro.
Nós também podemos escolher seguir ao Senhor e ser obedientes ainda que isto nos custe a perda do que tanto amamos. Pense sobre isso no dia de hoje.
(Da série “Tempo de Refletir“)

Amor não correspondido


Você já pensou na grande tristeza e dor que Deus o pai sentiu no momento em que o filho Adão afinal cedeu à tentação? Já pensou na expectativa do Pai vendo Lúcifer tentando sua filha Eva, ludibriando-a com mentiras bem elaboradas, iludindo a mulher com a promessa de que nem ela, nem Adão morreriam se comessem do fruto proibido? E que ambos se tornariam iguais ao Pai do Céu, conhecendo o bem e o mal? E, pior, sugerindo a Eva que Deus não era um Pai amoroso e justo, mas exigente, rigoroso e inflexível com os Seus súditos? Por que prová-los?  Tudo Deus via e ouvia…
Já pensou na ansiedade do Pai vendo Eva levar o fruto já mordido para Adão, também filho humano do Seu amor, e do qual sairiam todos os descendentes da humanidade? Adão comeria do fruto? Ou venceria a tentação? Jesus teria mesmo de vir ao mundo para salvar o homem?
Quem é pai e tem um filho a quem muito ama pode compreender como o amor de Deus Pai ficou ferido ao ver Adão também comer e pecar. Sim, ferido é a palavra certa!
O Pai seria ferido outra vez, milhares de anos depois, quando Jesus, o Filho, num jardim, suaria as primeiras gotas de sangue, o sangue da agonia por levar a culpa e o peso do pecado de Adão e de todos nós. E depois, no monte do calvário, onde sofreria a morte cruel da cruz, derramando o Seu sangue para salvar Adão, você e eu. Sim, sem dúvida, o Pai estava ali sofrendo com o Filho!
Foi um ato de ingratidão da parte de Adão que o levou a pecar contra o Pai, trocando o seu amor ao Pai da verdade e do amor, pelo amor ao pai da mentira, Lúcifer, o diabo e satanás. Bem profundo no coração o Pai sentiu a dor do desprezo, porque Seus filhos Adão e Eva já não O amavam tanto como antes.
Mas agora era preciso amar mais a eles do que nunca. Eram pecadores e precisavam de salvação. Na primeira carta de João, capítulo 3 verso 1, lemos: “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, ao ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus.” E, em Jeremias 31:3, ainda lemos: “Pois que com amor eterno te amei, também com amorável benignidade te atraí.”
(Da série “Tempo de Refletir“)

Por quem Jesus orou na cruz?


Você sabe por quem Jesus orou, “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:34)? Em quem Ele estava pensando ou se referindo? A quem levava Ele em Seu coração?
Certamente que os soldados que executaram a Cristo na cruz não sabiam o que estavam fazendo. Esta não passava de uma das centenas de crucificações daquele ano. Eles não compreendiam que estavam pregando o corpo do Filho de Deus naquela cruz. Estavam participando do sacrifício universal pelos pecados do mundo todo. Se soubessem quem se encontrava naquela cruz, teriam tremido e fugido apavorados.
Que dizer de Pilatos e dos dirigentes judaicos? Sabiam eles o que estavam fazendo? Pilatos desconfiava… sua mulher parecia saber, e tinha medo. Seria a ignorância uma boa desculpa para os guias de Israel? Se cressem realmente que Jesus era o verdadeiro Filho de Deus, que teriam feito? Ah, aí está a questão. Teriam de renunciar a seu orgulho e segui-Lo.
Estava Jesus orando por seus discípulos e seguidores? Alguns haviam fugido. Judas o traiu; Pedro o negou. Os outros nada podiam fazer por causa do seu grande pesar. Não haviam eles ouvido Jesus falar do propósito de Sua morte? Pensavam eles que o fim havia chegado?
Jesus orou por todas as pessoas. Não temos desculpas. Sabemos quem Ele é e o que fez por nós, e ainda o crucificamos de novo muitas vezes todos os dias. Ele faz essa oração pedindo perdão em todas as circunstâncias, mesmo quando sabemos muito bem o que estamos fazendo.
Quando essa tremenda verdade nos apanha, tem cura a causa do motivo por que fazemos coisas que frustram seu propósito. O conhecimento do perdão, antes mesmo de o pedirmos, liberta-nos da necessidade de executar a coisa mesmo para a qual precisaremos de perdão.  O Senhor nos perdoa mesmo quando sabemos o que estamos fazendo!
Confie no perdão de Deus. Ele perdoa e esquece completamente o seu pecado, o seu passado. Deixe Ele levantar você. Deixe Ele transformar você completamente.
(Da série “Tempo de Refletir)

domingo, 4 de setembro de 2011

Carta a um filho distante


Filho meu! Por que me chamas? Eu sempre estive ao teu lado; meu Espírito sempre te falou claramente, mas tu, por livre vontade, tens rejeitado meus cuidados. No princípio, fui teu primeiro amor, e não havia nada no mundo acima de mim! Nosso relacionamento era íntimo como pai e filho, e andávamos juntos a cada dia. Mas o tempo foi passando e parece que tu começaste a encarar a vida cristã como uma rotina. Tua empolgação de ir à igreja, ler a Bíblia e falar do Meu amor, começou a evaporar lentamente. Começaste a Me rejeitar cada dia, e te envolveste com as loucuras de Satanás. E Eu fui perdendo o trono no teu coração.
Lembra de como eram bons os momentos que passávamos juntos e tu aprendias de Mim? Mas transformaste Minha Palavra em mera teoria sem sentido.
Quantas vezes as pessoas ao teu redor tiveram sede de Mim, mas tu, por desinteresse, negaste-lhes o Meu amor. E hoje elas seguem a passos largos para o inferno. Somente por tua culpa!
Filho meu! Eu te escolhi para ter uma vida cheia de poder e realizações. Eu tinha planos para tua vida; através de ti o mundo Me conheceria. Mas preferiste fazer tudo à tua própria maneira!
Tu eras o filho do Rei, mas vives como o mendigo da porta. Tu limitas o Meu poder, quando não crês que Eu possa fazer grandes coisas através de ti.
Embora penses que estavas Me servindo, teus olhos estavam cegos; dia após dia teu coração endureceu contra Mim e Me rejeitou.
Teus ouvidos estavam tapados para a Minha voz, e dando lugar a uma teoria barata que vem te afundando num mar de dúvidas a Meu respeito, chegando ao ponto de duvidar da Minha própria existência, anulando, assim, as minhas bênçãos em tua vida. Profanaste o Meu sangue, tornando nulo o meu sacrifício na cruz em teu favor.
Meu filho! Agora olha para dentro de ti e contempla o teu deserto espiritual; o teu interior há tempos anda seco e nem sentes mais o calor da Minha presença e alegria, e não tens produzido frutos para a glória do Meu reino.
Eis que estou à porta e bato; se ouvires a Minha voz e abrires a porta, entrarei em tua casa e cearei contigo.
Meu amado filho! Eu não desisti de ti! Eu continuo amando você demais!…
(Da série “Tempo de Refletir” – autoria desconhecida)

Como tratar de assuntos desagradáveis com os pais

Algumas dicas que podem ajudar você quando precisar conversar assuntos desagradáveis com seus pais.
1Não se esqueça que eles são da mesma carne e sangue. Eles amam você o bastante para não expulsá-lo(a) de casa só porque você lhes fala sobre suas idéias.
Por sinal, talvez seja interessante lembrá-los que você também os ama, em algum momento  em que a discussão pegar fogo, mesmo que isso seja difícil.
2Reconheça o direito de eles terem os sentimentos que têm. Em qualquer situação, quanto mais respeito você tiver por alguém, tanto mais essa pessoa respeitará você. Se você tivesse sido criado nas mesmas circunstâncias em que eles foram, debaixo dos mesmos condicionamentos, talvez você pensasse como eles pensam agora.
Um, ambos, ou nenhum dos lados pode estar com a “razão”. Mas será que é necessário um mudar a maneira de pensar do outro?
3Não avalie ou julgue as opiniões deles. Nem se eles fizerem isso com você. E nada de insultos também. Prenda-se ao assunto e aos fatos, porque quando você recorre a golpes baixos, a mágoa se prolonga por mais tempo. E se você não gastar sua energia num acesso de fúria, terá mais energia para pensar.
4Não fique na defensiva. Seu objetivo é o diálogo e a compreensão e não a vitória numa guerra. Se você realmente estiver convicto do seu posicionamento, não deve ficar na defensiva. E se você não estiver muito confiante, então porque brigar?
Se for o tipo de problema que se avoluma com o passar do tempo, resolva-o antes que fique desproporcional. É mais fácil explicar para eles que você está tendo dificuldades nas aulas de inglês logo no início do que aparecer no final do semestre com uma reprovação. E talvez vocês possam achar uma saída enquanto ainda há tempo para se evitar o fracasso.
5Não saia no meio da discussão. Visto que você a começou, não saia dela até que se chegue a uma resolução. É um sinal de maturidade.
6Não brinque com as palavras. Quando expressamos idéias, nós as definimos de maneira muito subjetiva.
Por exemplo, a definição que você dá para amor é no mínimo ligeiramente diferente da definição de outras pessoas. Ainda por cima, existem vários tipos de amor, e você atribui um significado pessoal a cada um.
Se você começar a falar sobre amor com seus pais, talvez seja o meso que falar em três idiomas diferentes, porque cada um irá associar seu próprio significado à palavra amor cada vez que ela for escutada. Eles poderão dizer amor e estar pensando em compromisso vitalício, enquanto você pensa em afetividade.
Se as palavras entre vocês fossem colocadas de lado, talvez você e seus pais descobririam que seus conceitos são bastante parecidos, portanto evite ficar amarrado às palavras que você usa para definir suas idéias.
Escute o tanto que for necessário para ter certeza que sabe sobre o que eles estão falando. Ao falar, exponha suas idéias de várias maneiras para que eles possam compreender você melhor.
7A escolha do momento é importante. Se seus pais ainda estão se recuperando psicologicamente de um acidente de trânsito, talvez não seja a melhor hora para falar na compra de uma moto. Também é mais fácil dialogar de manhã cedo porque você está mais descansado, mais alerta e provavelmente mais paciente.
Se você estiver discutindo um assunto muito comentado  no noticiário, é desnecessário dizer que você deve saber sobre o que está falando.
8Cultive a amizade deles. Seus pais poderão estar entre os melhores amigos que você jamais terá. Será que algum de seus outros amigos suportaria você tanto como eles suportam e ainda gostaria de ter você por perto?
Aproveite uma hora uma vez ou outra quando as coisas estão tranqüilas para ter uma conversa descontraída. Isso serve para reforçar seus sentimentos positivos. Não tenha receio de lhes demonstrar algum carinho.
Quando há vários problemas, é mais fácil abordá-los um de cada vez, ao invés de deixar que a atmosfera fique carregada de desentendimentos.
Por fim, leve em consideração o seguinte: você está sendo criado numa época consideravelmente diferente daquela que seus pais foram educados. Quanto menos você os lembrar disso, tanto mais gentil você estará sendo. Lembrá-los constantemente das diferenças entre sua geração e a deles só para lhes incutir isso na cabeça ou para comprar uma briga, é uma atitude egoísta e infantil.
Mas de uma maneira em geral seja claro e gentil com eles da mesma forma que você gostaria que eles fossem com você. Talvez você se surpreenda de ver como eles respeitam alguém que fala abertamente.

Fonte Amilton Menezes ( Novo Tempo)

Como se tornar um homem irresistível


Não sei se você já leu “Ela precisa, Ele deseja”. Um livro que ensina como se apaixonar e continuar apaixonado dentro do relacionamento do casamento. Um dos capítulos “De incompatíveis a irresistíveis”, eu destaco para você, na postagem de hoje, como qualquer marido pode se tornar irresistível para sua mulher, suprindo as cinco necessidades emocionais mais importantes da esposa.
1 – Afeto. O marido diz à mulher que a ama através de palavras, cartões, flores, presentes e gentilezas comuns. Ele a abraça e a beija muitas vezes todos os dias, proporcionando um ambiente de afeto que, de forma clara e repetida, expressa o seu amor por ela.
2 – Diálogo. Ele reserva um tempo diário para conversar com ela. A conversa pode ser sobre fatos de suas vidas, sobre seus filhos, seus sentimentos ou planos. Seja qual for o assunto, ela terá prazer na conversa porque esse momento nunca deve ser usado para criticar ou condenar, mas sempre para informar e construir. Ela conversa com o marido tanto quanto desejar e responde com interesse. Ele nunca deve estar ocupado demais “só para conversar”.
3 – Honestidade e franqueza. O marido conta para a mulher tudo a seu respeito, não omitindo nada que possa surpreendê-la mais tarde. Ele descreve para ela seus sentimentos positivos e negativos, fatos do seu passado, sua agenda diária e seus planos para o futuro. Ele nunca a deixa com uma falsa impressão e é sempre sincero com relação aos seus pensamentos, sentimentos, intenções e comportamento.
4 – Estabilidade financeira. Ele assume a responsabilidade pela casa no que se refere à alimentação e ao vestuário da família. Se sua renda não é suficiente para proporcionar o suporte essencial, ele resolve o problema buscando melhor capacitação para melhorar seu salário. Ele não mantém uma jornada de trabalho muito longa para não ficar tanto tempo longe de sua esposa e filhos, mas é capaz de providenciar o sustento necessário, trabalhando uma média de quarenta e cinco horas semanais. Apesar de incentivar a esposa a ter uma profissão, ele não depende do salário dela para as despesas da família.
5 – Compromisso com a família. Ele se compromete a dedicar tempo e energia suficientes para participar do desenvolvimento educacional e moral de seus filhos. Conta histórias para os filhos, envolve-se em atividades esportivas e os leva frequentemente para passear. Lê livros e participa com sua esposa de palestras sobre o desenvolvimento infantil, de modo que ambos venham a desempenhar bem o papel da orientação de seus filhos. Os dois discutem os métodos e objetivos da educação até chegar a um acordo. Ele não usa nenhuma forma de disciplina sem a aprovação da mulher, e entende que o seu cuidado com as crianças é decisivamente importante para ela.
Quando uma mulher encontra um marido que demonstra todas as cinco qualidades, ela vai achá-lo irresistível. Mas cuidado: se ele apenas exibir quatro dessas qualidades, ela ainda experimentará um vazio que persistente e incessantemente clamará por preenchimento. Quando o assunto é suprir as cinco necessidades básicas, quatro não são suficientes. Cada marido deve tentar satisfazer as cinco necessidades especiais da sua esposa.

Fonte Amilton Menezes (novo tempo)

“Você precisa ir ao lugar certo!”


Na última terça-feira (12/07/2011), ao voltar para um estacionamento encontrei em meu pára-brisa um folheto que, mesmo sem o autor saber, fazia propaganda para o Diabo.
Ele começa com a seguinte mensagem: “[...] Se você ler esse folheto, e achar que precisa de ajuda, com certeza você precisa ir ao lugar certo!”
Até aqui tudo bem. Afinal, se quisermos resolver nossos problemas, não podemos sair por aí buscando a “solução” em qualquer lugar, de qualquer maneira. Se formos diretamente “ao lugar certo”, pouparemos tempo, economizaremos energia e preservaremos nossa saúde mental das desilusões.
O problema é que “o lugar certo” apontado pelo o folhetinho eram os “guias de luz”, as “cartas”, os “búzios” e a “consulta mediúnica”. Você percebeu que o ser humano se preocupa mais em “dar a solução à vida” do que com o tipo de solução que lhe é apresentada? O “importante” é que “eu encontre uma saída”, venha ela de onde vier.
As pessoas não se preocupam em descobrir quem é que está lhes propondo a “felicidade”: Deus ou Satanás. Isso é terrível, pois, levará muitos à perdição eterna (Mt 7:13, 14) e ao fracasso nessa vida. Não é de surpreender que Apocalipse 20:8, 9 nos mostre que o número de perdidos é muito maior que a quantidade de salvos (Ap 7:9).
A Bíblia não ensina que existe “um lugar certo” para irmos resolver nossos problemas. Ela ensina sim é que há uma Pessoa Certa:Venham a mim [Jesus Cristo], todos vocês que estão cansados de carregar as suas pesadas cargas, e eu lhes darei descanso. Sejam meus seguidores [não seguidores da feitiçaria ou do espiritismo] e aprendam comigo porque sou bondoso e tenho um coração humilde; e vocês encontrarão descanso [...] .” (Mt 11:28-30)
Cristo jamais ofereceu ao ser humano a feitiçaria, cartomancia, búzios e consulta mediúnica como “recursos de Deus” para resolver problemas. Afinal, Ele sabia ser a única saída para o ser humano (Jo 15:5) e tinha consciência de que qualquer prática espiritualista é condenada por Deus (Dt 18:10-14), por ter origem com o Diabo, anjo caído que foi expulso do Céu (Ap 12:7-9. Confirma 1Sm 28; 2Co 11:14, 15; Mt 24:24).
Jesus sabia que recorrer às práticas sugeridas pelo folheto colocado em meu carro contaminam o ser humano espiritualmente e afastam de Deus: “Não procurem a ajuda dos que invocam os espíritos dos mortos e dos que adivinham o futuro. Isso é pecado e fará com que vocês fiquem impuros. Eu sou o SENHOR, o Deus de vocês.” (Lv 19:31).
Além disso, Ele mesmo (pois é Deus – Cl 2:8,9) havia dado a ordem para executar aqueles que insistissem na prática da feitiçaria e seus “derivados”, depois de receberem a revelação Divina sobre o assunto: “Qualquer homem ou mulher que invocar os espíritos dos mortos ou praticar feitiçarias deverá ser morto a pedradas. Essa pessoa será responsável pela sua própria morte.” (Lv 20:27).
O Salvador, como profundo conhecedor da Bíblia (Lc 24:27, 44) também conhecia o texto de 2 Reis 21:6, onde o profeta conta que alguns dos pecados praticados pelo rei Manassés – e que mais irritaram a Deus – foram a feitiçaria e a consulta a médiuns: “[...] fazia adivinhações e feitiçarias e consultava adivinhos e médiuns. Pecou muito contra Deus, o SENHOR, e fez com que ele ficasse irado.”
Além disso, o Senhor estava a par da revolução espiritual feita pelo justo rei Josias, que envolveu a retirada imediata de feiticeiros e médiuns do meio do povo de Israel: “Aboliu também Josias os médiuns, os feiticeiros, os ídolos do lar, os ídolos e todas as abominações que se viam na terra de Judá e em Jerusalém, para cumprir as palavras da lei, que estavam escritas no livro que o sacerdote Hilquias achara na Casa do SENHOR.” (2Rs 23:24, versão Almeida, Revista e Atualizada).
O folheto também prometia “ajudar a pessoa” a fazer “amarração para o amor”. Quem o escreveu esqueceu (ou não sabe) que “Deus é amor” (1Jo 4:8, 16) e que Ele e tal sentimento que provém dEle não podem ser “amarrados” por ninguém.
O amor vem do Espírito Santo (Rm 5:5) e não através de práticas de feitiçaria. Amor se conquista e não se impõe. Não se compra. Se as pessoas não compreenderem isso, além de serem enredadas pelo diabo com práticas espiritualistas e ocultistas, serão frustradas no amor e desiludidas com a vida.
Que isso jamais aconteça com você e nem comigo, caro leitor!

Fonte namiradaverdade