quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Deus recomenda que sejamos fiadores?

Se Davi pediu a Deus que fosse fiador dele; e Judá se ofereceu para ser fiador pela vida do irmão, por que não devemos fazer o mesmo?
“Filho meu, se ficaste por fiador do teu companheiro e se te empenhaste ao estranho,  estás enredado com o que dizem os teus lábios, estás preso com as palavras da tua boca.  Agora, pois, faze isto, filho meu, e livra-te, pois caíste nas mãos do teu companheiro: vai, prostra-te e importuna o teu companheiro;  não dês sono aos teus olhos, nem repouso às tuas pálpebras;  livra-te, como a gazela, da mão do caçador e, como a ave, da mão do passarinheiro.” (Pv 6:1-5)
“Quem fica por fiador de outrem sofrerá males, mas o que foge de o ser estará seguro.” (Pv 11:15)
“O homem falto de entendimento compromete-se, ficando por fiador do seu próximo.” (Pv 17:18)
Os textos que mencionou não são instruções para sermos fiadores. No Salmo 119:122 Davi está pedindo que Deus seja o fiador dele para que os soberbos não o oprimam. Já no texto de Gênesis 43:9 a Bíblia apenas menciona Judá se oferecendo para ser responsável pela vida do irmão mais novo. É uma menção e não uma ordem.
Biblicamente, o único fiador que não nos compromete é Cristo: “Por isso mesmo, Jesus se tem tornado fiador de superior aliança.” (Hb 7:22)
Fique com Deus,
Leandro Quadros.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

“Por que oro a Deus e sinto que nada acontece?”

Muito interessante essa questão apresentada por um telespectador. O sentimento de que “nada acontece” quando oramos pode ter pelo menos duas origens:
1) Na nossa maneira errada de pedir: “pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres.” Tiago 4:3. Podemos estar orando por motivos egoístas ou esquecemos Jesus (é bom finalizar a oração em nome de Jesus – João 14:12-14).
2) Nos nossos sentimentos corrompidos pelo pecado. A Bíblia diz que o nosso coração é “enganoso e desesperadamente corrupto” (Jeremias 17:9). Portanto, mesmo que o Espírito Santo use nossa consciência para nos comunicar a vontade de Deus (Isaías 30:21), não podemos confiar “cegamente” naquilo que pensamos ou sentimos (Jeremias 17:5).
Nesse caso, você e eu precisamos fazer duas coisas:
a) Confiar mais em Deus – que afirma ouvir e atender (no tempo certo) nossas orações (ver Mateus 7:7-11) – do que em nossos sentimentos. É bom confrontar os pensamentos negativos com 1 João 3:19, 20 e decidirmos crer mais na Revelação Escrita do que em nós mesmos!
b) Persistir na oração. Em Romanos 12:12 Deus recomenda que sejamos perseverantes e Jesus Cristo – a Segunda Pessoa da Divindade – até contou uma parábola sobre a importância de orarmos sem desanimarmos:
Disse-lhes Jesus uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer: Havia em certa cidade um juiz que não temia a Deus, nem respeitava homem algum. Havia também, naquela mesma cidade, uma viúva que vinha ter com ele, dizendo: Julga a minha causa contra o meu adversário. Ele, por algum tempo, não a quis atender; mas, depois, disse consigo: Bem que eu não temo a Deus, nem respeito a homem algum; todavia, como esta viúva me importuna, julgarei a sua causa, para não suceder que, por fim, venha a molestar-me. Então, disse o Senhor: Considerai no que diz este juiz iníquo. Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los? Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?” Lucas 18:1-8 (Grifo acrescentado).
Por isso, se sinta à vontade para continuar em suas orações.
Fale com Deus a respeito dessas dicas e verá o quanto Ele está interessado em cada palavra que você diz ou pensa.

Como controlar a ira

Estou muito irritado ultimamente. Como controlar a raiva? A ira em si não é um pecado. O que a torna pecaminosa é o uso errado dela, ou seja, direcioná-la às pessoas ao invés de concentrá-la nos problemas: “Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira” Efésios 4:26.
Este texto também ensina que alimentar a ira é pecado. Deste modo, além de não alimentar a raiva nos momentos de crise, para se sair bem de um momento de estresse terá que orar a Deus e exercitar o domínio sobre seu temperamento (Provérbios 29:11; Eclesiastes 7:9). Poderá fazer isso por que Deus coloca a sua disposição todo o poder dEle (ver Filipenses 4:13).
Quando vier a vontade de xingar, ore a Deus em pensamento, lembre de algum verso bíblico, de algum momento feliz que passou com alguém ou conte até dez (ou mesmo até cinqüenta),… Faça de tudo para não dar rédeas a seu impulso. No momento em que estiver mais “treinado” fará isto com facilidade.
Reavaliar sua ira também ajuda muito. Pergunte a si mesmo: “quais são as coisas que me deixam zangado? Por que estou assim?” Avaliando a origem do problema e refletindo para encontrar soluções terá calma diante das circunstâncias negativas. Veja que importante conselho Deus dá a respeito disto: “Irai-vos e não pequeis; consultai no travesseiro o coração e sossegai.” Salmo 4:4.
Separe um tempo para conversar com as pessoas sobre os seus problemas. Fazendo isto, a ira não acumulará e poderá desabafar acerca do que está acontecendo. Para isto, é preciso que ambos (você e o cônjuge, por exemplo) adquiram o hábito de falarem francamente um com o outro e informar o momento em que a raiva está aquecida. Tal advertência feita no início pode ajudar a evitar que surja a discussão.
É possível controlar a ira; prova disto é o fato de que, quando estamos na frente de nosso chefe ou na companhia de alguém perante o qual não queremos ser envergonhados, “aprendemos” e “conseguimos” controlar nossas emoções. Irá depender de nosso desejo de fazê-lo. É nossa responsabilidade adquirir o domínio sobre nossas ações com o poder e ajuda do Espírito Santo (Gálatas 5:22, 23).  


Na Mira da Verdade

Os homossexuais serão salvos?

Veja que situação complicada dessa jovem que nos escreveu: “Sou recém-convertida e estou amando um rapaz que segue a Deus na minha religião. Ele aceitou a Jesus tem pouco tempo. Infelizmente, ele me confessou que não pode ter um relacionamento comigo porque ainda tem desejos homossexuais. Acredito que ele poderá ser um vencedor, mas, não me quer do mesmo jeito. O que faço?”
Resposta (adaptada, para não identificá-la):
“Mas ele respondeu: Os impossíveis dos homens são possíveis para Deus.” Lucas 18:27.
Li com carinho sua carta e tive uma mistura de sentimentos: alegria por seu batismo e pena de você e desse rapaz, que luta contra os desejos homossexuais. Realmente, Deus pode libertar alguém do “vício” do homossexualismo. Não tenho dúvidas disso. Porém, tenho visto que para alguns esse processo de mudança é bem mais complexo. Creio que Deus permite que isso seja assim (isto é apenas um dos motivos, claro) para que a pessoa exercite o seu poder de escolha e cresça. Para isso, aquele (a) que tem tendências homossexuais terá que entregar o desejo sexual a Jesus e decidir ser puro (a) TODOS OS DIAS.
Durante os anos em que trabalho aqui, aconselhei por carta, e-mail e telefone aproximadamente 500 homossexuais. Classifico-os em pelo menos 3 grupos:
1) Aqueles que vencem a prática homossexual e inclusive os desejos (minoria);
2) Aqueles que vencem a prática homossexual, mas continuam com os desejos (grande maioria. Alguns ficam com o desejo por anos; outros, pela vida toda);
3) Aqueles que foram derrotados porque desistiram.
Seu amigo precisa entender que o jeito é continuar lutando e não fechar o coração para o amor de uma mulher. É claro que isso não será a solução para os problemas dele, mas, ajudará muito a direcionar a mente para o sexo oposto, a reeducar-se a fim de apreciar, na medida de suas possibilidades, o amor feminino.
Há uma diferença entre ser homossexual e ter as tendências homossexuais. Em minha opinião, a pessoa que não pratica o ato não é homossexual mesmo que sinta desejos. Tem as tendências (é um pecador), mas, não tem relações íntimas com aqueles (as) do mesmo sexo (não é um “pecadeiro”). Seu amigo precisa crer que, se Jesus voltar hoje e ele estiver lutando contra as tendências SEM SER UM HOMOSSEXUAL, (que pratica o ato), a graça do Senhor irá cobrir o que faltar nele!
Filipenses 1:6 se cumprirá na vida daqueles que não são “pecadeiros” e que seguram na mão de Deus durante a sua caminhada neste mundo: “Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus.”
Crendo nisto, ele poderá virar a página. Continuar se relacionando com Jesus e cortando os pensamentos homossexuais, 50, 70, 100 vezes no dia, se for preciso. Ele não pode evitar que o pensamento homossexual venha à mente dele, mas, pode impedir que permaneça.
Pode também cortar relações com rapazes homossexuais que despertem os desejos nele. É uma questão de escolha: “… Até quando hospedarás contigo os teus maus pensamentos?” Jeremias 4:14.
Conheci uma pessoa (que não me autorizou a identificá-la) que abandonou o homossexualismo e que hoje, apesar dos conflitos dele, está feliz na sua igreja, com a esposa. Por isso, tenho convicção da salvação dele, mesmo que tenha os desejos homossexuais (pois não pratica o ato e luta contra eles, ao lado do Salvador!)
Você não poderá decidir pelo rapaz. Ele precisa fazer isso depois de orar a Deus e ver se será o melhor para ele, nessas circunstâncias, namorar uma moça. Somente ele e Deus poderão decidir juntos.
Enquanto isso continue orando e separe um tempo para ler alguns livros cristãos sobre relacionamento. Viva a sua vida sem pensar muito nele, pelo menos no momento. Ele está se reencontrando consigo e precisa do espaço dele.
Sempre que quiser escrever, sinta-se à vontade.
Deus lhe abençoe,

Leandro Quadros.


Na Mira da Verdade

O fim do mundo será em “2012”

Ontem  recebi o telefonema de um amigo que estava preocupado com o fim do mundo por causa do filme de Roland Emmerich, que coloca o tempo do fim em 21 de dezembro de “2012” (nome do filme). A data é sugerida por um Calendário da civilização Maia (cultura mesoamericana pré-colombiana). A mídia tem aumentado a curiosidade pela ficção ao afirmar que um planeta de nome fictício (Nibiru) “entrará em choque com a Terra”. Basta você acessar o Google, digitar “2012” e encontrará uma enxurrada de “informações” sobre a “nova moda apocalíptica”. Para não cairmos nessa onda de euforia, é importante termos em mente que:
1) O Calendário Maia não é o Calendário de Deus;
2) Um filme que se propõe a ter sucesso de bilheteria por uns bons anos JAMAIS passará DE VERDADE a ideia que o mundo acabará em menos de três anos;
3) O “tempo do fim” na Bíblia é o fim do pecado e das consequências trágicas trazidas à humanidade (a principal, a morte. Ver Romanos 6:23). O “fim” ocorrerá por ocasião da volta gloriosa de Jesus (Apocalipse 1:17; Mateus 24:30, 31; 2 Pedro 3:10-13);
4) O Apocalipse não é sinônimo de catástrofes. O nome grego do último livro da Bíblia significa “Revelação” e, por isso, está relacionado com esperança e não com calamidades, como é passado pelos veículos de comunicação sensacionalistas. É nesses pontos que irei me deter, de maneira breve.
O CALENDÁRIO DE DEUS NÃO É O MESMO UTILIZADO PELOS MAIAS
Não devemos negar a dedicação dos Maias no estudo, especialmente da astronomia. Todavia, o tempo de Deus não é o tempo do ser humano. O “Calendário Divino” que aponta os sinais da volta de Cristo são: o capítulo 24 de Mateus, o capítulo 21 de Lucas e o capítulo 6 do livro do Apocalipse, entre outros. O Calendário de Deus não é numérico, mas, profético.
Portanto, o que os Maias dizem a respeito do fim do mundo deve ser desconsiderado por todo aquele que acredita na Bíblia e que ao menos tem bom senso.
DEUS TEM A HISTÓRIA NAS MÃOS DELE
Daniel 2 e Gálatas 4:4 mostram que os acontecimentos históricos estão nas mãos do Criador. De que maneira? Daniel 2 apresenta com milênios de antecedência o surgimento dos quatro grandes impérios mundiais (Babilônia, Medo-pérsia, Grécia e Roma) e dos países da Europa. Esses reinos e países são representados pelas diversas partes da estátua com a qual o rei de Babilônia sonhou . A grande estátua foi a forma didática de Deus comunicar a ele – e a nós – que só o Criador sabe o futuro e que Ele o tem sob Seu domínio.
Já Gálatas 4:4 nos ensina que Jesus veio pela primeira vez a esse mundo na “plenitude do tempo…” Portanto, se a primeira vinda de Cristo não foi “de qualquer jeito”, sem um planejamento Divino, a segunda vinda (Tito 2:13) também não será! Deus é organizado (1 Coríntios 14:34, 40) e sabe o tempo certo para cumprir Suas profecias que estão intimamente relacionadas com a nossa felicidade.
O TEMPO DO FIM
Biblicamente, o tempo do fim já começou em 1798. Isso é facilmente compreendido quando estudamos a profecia dos 1260 dias em Apocalipse 12:6, aprendemos que a igreja de Deus seria perseguida pelo dragão (Satanás e o império romano, aliado à Roma papal) por 1260 anos. (Em profecia, um dia equivale um ano. Ver Números 14:34 e Ezequiel 4:6, 7. Portanto, 1260 anos). Isso ocorreu de 538 a 1798, quando o general de Napoleão, Bertier, levou preso, da Capela Sistina, o papa Pio VI, dando um fim ao domínio perseguidor papal. O padre Jesuíta Joseph Rickaby disse que, quando o Papa Pio VI faleceu (ficou exilado depois de sua prisão), “a metade da Europa pensou que, junto com o papa morrera também o papado”. (MAXWELL, Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse, p. 337).
A partir do ano de 1798 entramos no tempo do fim por que o poder papal havia sido “ferido” (Apocalipse 13:3) e também pelo fato de, em 1844 (de acordo com as profecias de Daniel 8:14 e Daniel 9), Deus ter começado Sua obra de avaliar a vida de cada ser humano (juízo antes da volta de Cristo – 1 Pedro 4:17) para mostrar ao universo quem realmente permaneceu fiel a Deus (2 Coríntios 5:10). Leia também Apocalipse 14:6, 7 e verá que Deus nos convida a nos prepararmos “pois é chegada a hora do seu juízo”.
Sendo que já estamos no tempo do fim; e que esse tempo culminará com a volta de Jesus Cristo para acabar com o pecado e a maldade que nos atormenta, não fica difícil entendermos que o mundo de pecado não chegará ao fim por que “um planeta se chocará com a terra”. Depois que todos os seres humanos tiverem oportunidade de se arrependerem dos seus erros e de aceitarem (ou não) o plano de Deus para salvá-los (2 Pedro 3:9), Jesus voltará em glória e majestade: “Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória; e todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas; e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos, à esquerda; então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.” Mateus 25:31-34.
• Para alguns, a volta de Jesus será o fim (Apocalipse 6:14-17).
• Para outros, o começo de uma nova vida (Isaías 25:9; Apocalipse 21:4).

Tudo irá depender das escolhas que fazemos a cada dia.
APOCALIPSE: O LIVRO DA ESPERANÇA
Como afirmei anteriormente, o termo “Apocalipse” significa “Revelação”. Não é um livro de tragédias ou mesmo “lacrado”, mas, a revelação de Deus de que há esperança para nosso mundo. Percebemos a mensagem de esperança do livro em vários textos. Eis alguns:
“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus.” Apocalipse 2:7.
“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei do maná escondido, bem como lhe darei uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe.” Apocalipse 2:17.
“Ao vencedor, que guardar até ao fim as minhas obras, eu lhe darei autoridade sobre as nações” Apocalipse 2:26.
“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.” Apocalipse 3:13.
“Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono.” Apocalipse 3:21.
Há motivo para temer um livro tão belo e importante para nossos dias? Claro que não! Mesmo porque a “bendita esperança” (Tito 2:13) que possibilitará o cumprimento dessas promessas (esse bendita esperança é também a mensagem principal do livro) é o retorno de Cristo a esse mundo! Não é por acaso que o apóstolo João finaliza o livro radiante de alegria e cheio de esperança:
“Aquele que dá testemunho destas coisas [Jesus Cristo] diz: Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus!” Apocalipse 22:20.
PARA O AUTOR DO FILME “2012”, O MUNDO NÃO ACABARÁ NESSE PERÍODO…
De acordo com o site http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1418115&seccao=Cinema:
“Emmerich anunciou que vai fazer uma continuação para TV de 2012, e mostrar o que aconteceu após a grande catástrofe. O título: 2013 (Grifos acrescentados).
Veja que nem mesmo o autor quer que o mundo acabe em 2012, pois, ele deseja escrever outro roteiro, para mais um filme. Portanto, julgar a criatividade de um profissional como sendo “a Palavra de Deus”; e permitir que qualquer alarme vindo de extremistas nos assuste, é imaturidade espiritual e desconhecimento das Escrituras, que afirmam que “o dia e a hora [da volta de Jesus] ninguém sabe…” (Mateus 24:36).
A falta de estudo da Bíblia e a disposição do ser humano em acreditar em qualquer coisa são fatores decisivos para criar esse tipo de medo desnecessário.
Em todos os momentos de nossa vida, quando “uma revelação nova” é exposta diante de nós, precisamos ser cristãos maduros na fé “Para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.” Efésios 4:14.
Para maiores informações sobre a mensagem do Apocalipse, recomendo a leitura do excelente livro Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse”, de C. Mervyn Maxwell. Pode ser adquirido com a editora Casa Publicadora Brasileira pelo site www.cpb.com.br ou pelo telefone 0800-979 0606.
Um abraço,

O Selo de Deus

"Eu sou o Senhor, vosso Deus; andai nos Meus estatutos, e guardai os Meus juízos, e praticai-os; santificai os Meus sábados, pois servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que Eu sou o Senhor, vosso Deus." (Ezequiel 20:19-20). 
"O grande Jeová, quando lançou os fundamentos da Terra, quando revestiu o mundo todo com seus trajes de beleza e criou as maravilhas da terra e do mar, instituiu o dia do sábado e o santificou (Gêneses 2:1-3). Deus santificou e abençoou o dia no qual repousou de toda a Sua maravilhosa obra. E esse sábado, santificado por Deus, devia ser guardado como concerto perpétuo. Era um memorial que devia permanecer de geração em geração, até o fim da história terrestre.
Durante sua permanência no Egito, Israel por tanto tempo presenciou a idolatria sendo praticada, e, em grande medida perdeu seu conhecimento de Deus e de Sua lei, bem como o senso da importância e santidade do sábado (Êxodo 3:9; Êxodo 5:3). A lei foi dada uma segunda vez no monte Sinai para trazer-lhes essas coisas à lembrança. Nos estatutos de Deus definiu-se a religião prática para toda a humanidade."1
Existe, infelizmente, aqueles que afirmam que o sábado foi dado somente para os judeus; mas o Legislador do sábado nunca disse isso. Deus determinou que o povo de Israel fosse o exemplo de obediência e adoração para as demais nações. A esse respeito o Senhor declara:
Agora, pois, diligentemente ouvirdes a Minha voz e guardareis a Minha aliança, então, sereis a Minha propriedade peculiar dentre todos os povos... vós Me sereis reino de sacerdotes e nação santa..." (Êxodo 19:5-6)
"Aos estrangeiros, que se chegarem ao Senhor, para O servirem e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos Seus, sim, todos os que guardarem o sábado, não o profanando, e os que abraçarem o Meu concerto. Também os levarei ao Meu santo monte e os alegrarei na Minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no Meu altar; porque a Minha casa será chamada casa de oração, para todos os povos." (Isaías 56:6-7)
"A instituição do sábado é tão antiga como a criação, e, não tem relação especial para com os judeus, mais do que para qualquer outra nação. Deus tornou obrigatória a observância do sábado para todos os povos. 'O sábado', afirma-se claramente, 'foi estabelecido por causa do homem' (Marcos 2:27). Neste versículo, Cristo, o autor do sábado, é categórico em afirmar que o sábado foi criado para o homem, e não para os judeus."2
Alguns de forma audaciosa ensinam que Deus não ordenou a observância do sábado para nenhum homem e que ninguém tinha conhecimento desse mandamento até a sua entrega no monte Sinai. A Bíblia, porém, revela que o povo de Israel já possuía o conhecimento sobre a observância sabática instituída no Éden, antes que ele fosse reafirmado em sua forma escrita, pelo próprio Senhor, no monte Sinai.
No livro de Êxodo é relatado que Deus, quando enviou pela primeira vez o maná, realizou um "teste" com os israelitas para mostrar que eles vinham negligenciando as Suas leis, e mais especificamente o quarto mandamento. Vejamos:
"... Eis que vos farei chover do céu pão, e o povo sairá e colherá diariamente a porção para cada dia, para que Eu ponha à prova se anda na Minha lei ou não.
Dar-se-á que, ao sexto dia, prepararão o que colherem; e será o dobro do que colhem a cada dia. E aconteceu que, ao sexto dia, colheram pão em dobro, dois gômeres para cada um; e todos os príncipes da congregação vieram, e contaram-no a Moisés.
E ele disse-lhes: Isto é o que o Senhor tem dito: Amanhã é repouso, o santo sábado do Senhor: o que quiserdes cozer no forno, cozei-o, e o que quiserdes cozer em água, cozei-o em água; e, tudo o que sobejar, ponde em guarda para vós, até amanhã... Seis dias o colhereis, mas o sétimo dia é o sábado; nele não haverá.
E aconteceu, ao sétimo dia, que alguns do povo saíram para colher, mas não o acharam. Então disse o SENHOR a Moisés: Até quando recusareis guardar os Meus mandamentos e as Minhas leis?
Vede, visto que o Senhor vos deu o sábado, por isso Ele, no sexto dia, vos dá pão para dois dias; cada um fique no seu lugar, que ninguém saia do seu lugar no sétimo dia. Assim repousou o povo no sétimo dia." (Êxodo 16:2-31)
Observe que Deus disse: "ATÉ QUANDO", o que demonstra que eles vinham desrespeitando a longo prazo o sábado do Senhor. Abraão, patriarca daquele vasta multidão acampada no deserto de Sim guardou a Lei de Deus, e transmitiu para os seus descendentes tudo quanto o Senhor ordenará, e isso incluía a observância do sábado (Gênesis 18:19 e 26:5 cf Gênesis 13:14-17). Ele "foi chamado amigo de Deus" (Tiago 2:23). Através de Adão, Enoque, Noé, Abraão, Isaque, Jacó e outros; as palavras, os mandados, os preceitos, os estatutos e a lei do Senhor foram verbalmente transmitidas de geração a geração. Deus jamais teria posto em prova os israelitas em relação a guarda do sábado se este mandamento fosse à eles estranho ou desconhecido.
"Todos aqueles, portanto, que se encontram em perigo de ser enganados neste ponto, dêem atenção à Palavra de Deus e não às declarações de seres humanos (Marcos 7:6-8Tito 1:10-16). Toda pessoa tem sido provada, como o foram Adão e Eva no Éden. Assim como a árvore do conhecimento do bem e do mal foi colocada no meio do Jardim do Éden, assim o mandamento do sábado é colocado no meio do Decálogo. Acerca do fruto da árvore do conhecimento, fez-se a restrição: Dele não comereis... para que não morrais. Acerca do sábado, Deus disse: Não o profaneis; antes, santificai-o... Assim como a árvore do conhecimento foi o teste da obediência de Adão, o quarto mandamento têm sido o teste de Deus para provar a lealdade de todo o Seu povo. A experiência de Adão deve ser para nós uma advertência, enquanto o tempo durar. Adverte-nos a não aceitar de lábios mortais ou de anjos qualquer sugestão que nos afaste um jota ou um til da santa lei de Jeová."3
O mandamento do sábado funciona como o selo da lei de Deus.4 Em geral, o selo contém três elementos: o nome do dono do selo, seu título e a jurisdição de seus domínios. Selos oficiais são utilizados para validar documentos de grande importância. O documento assume a autoridade do oficial a quem pertence o selo utilizado. O selo implica que o próprio oficial aprovou a legislação e que toda a autoridade de seu cargo se encontra por detrás do documento.
Entre os Dez Mandamentos, é o mandamento do sábado que contém os elementos vitais do selo. Pois é o único dentre os dez que identifica o Deus verdadeiro ao declarar o Seu nome: "o Senhor teu Deus"; o Seu título: "Criador (... Aquele que fez)"; e Seu território: "os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há" (Êxodo 20:10-11). Uma vez que apenas o quarto mandamento mostra sob a autoridade de quem foram concedidos os Dez Mandamentos, é esse mandamento aquele que contém o "selo de Deus", colocado sobre a Sua lei como evidência de sua autenticidade e vigência da mesma.5
Selados Para Eternidade
  • E vi outro anjo subir da banda do Sol nascente, e que tinha o selo do Deus vivo; e clamou com grande voz aos quatro anjos, a quem fora dado o poder de danificar a terra e o mar, dizendo: Não danifiqueis a terra, nem o mar, nem as árvores, até que hajamos assinalado na testa os servos do nosso Deus. (Apocalipse 7:2-3)
Ao ser o povo de Deus selado em sua testa, não se trata de selo ou sinal que se possa ver, mas uma fixação na verdade, tanto intelectual como espiritualmente de modo que não possa mais mudar6 (cf Jeremias 31:32-33; Hebreus 10:16-17).
O selo do Deus vivo será posto somente naqueles que têm a semelhança de Cristo em caráter. É a obediência aos mandamentos de Deus, que molda o caráter segundo a semelhança divina. Filhos e Filhas de Deus (João 14:21; I João 3:24). O selo da lei de Deus se encontra no quarto mandamento. Unicamente este, entre todos os dez, apresenta Deus como Criador e o Legislador. É o único mandamento que declara ser Ele o Criador dos céus e da terra, e mostra, assim, o Seu direito à reverência e culto, acima de todos.7
  • "Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus... Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou." (Êxodo 20:10-11)
O homem por si mesmo, pelas suas próprias forças é incapaz de obedecer e agradar a Deus. Somente pela atuação do Espírito Santo, podemos seguir a Deus em tudo que nos ordena. Cristo quanto a isso revela:
  • "Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda, esse é o que Me ama; e aquele que Me ama será amado por Meu Pai, e Eu também o amarei e Me manifestarei a ele... Se alguém Me ama, guardará as Minhas palavras; e Meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada... Isto vos tenho dito, estando ainda convosco; mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em Meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito." (João 14:21-26). 
Somente através do Espírito Santo podemos ser guiados a seguir o exemplo de Cristo e ser preparados para ser recebidos pelo Senhor como cidadãos do Seu reino no Céu. Unicamente pelo Espírito Santo podemos compreender e guardar os dez mandamentos e receber o selo de Deus:
  • "E não entristeçais o Espírito Santo, no qual fostes selados para o dia da redenção." (Efésios 4:30)
Paulo mostra o Agente que nos capacita à receber o selo de Deus. O Espírito Santo não é o selo, mas a maneira pela qual podemos receber o selo. E o profeta Isaías diz como devemos proceder ao ouvi-Lo:
  • Quando te desviares para a direita e quando te desviares para esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: Este é o caminho, andai por ele." (Isaías 31:21)
"Muitos não receberão o selo de Deus porque não guardam os Seus mandamentos nem produzem os frutos da justiça. A grande multidão dos cristãos professos deparará com amargo desapontamento no dia de Deus. Eles não têm na testa o selo do Deus vivo. Sendo mornos e indiferentes, eles desonram muito mais a Deus do que o descrente confesso. Tateiam nas trevas, quando poderiam estar andando na luz meridiana da Palavra, sob a orientação de Alguém que nunca erra. Não devemos imitar nenhum ser humano. Não há nenhum ser humano que seja suficientemente sábio para ser nosso critério. Devemos olhar para o homem Cristo Jesus, o qual é completo na perfeição da justiça e santidade. Ele é o Autor e Consumador de nossa fé. Ele é o Homem exemplar. Sua experiência é a medida da experiência que devemos obter. Seu caráter é nosso modelo. Tiremos, portanto, a mente das perplexidades e das dificuldades desta vida, e fixemo-la nEle, para que, contemplando, sejamos transformados à Sua semelhança. Ao olharmos para Ele e meditarmos a Seu respeito, Ele será formado em nós, a esperança da glória. Só os que receberem o selo do Deus vivo terão o passaporte para transpor os portais da Cidade Santa."8

1, 2, 3. Review and Herald, 30 de agosto de 1898. (Citado em: Exaltai-O, Meditações Matinais, 1992, p. 53).
4. SHULER, J. L. (1972). God's Everlasting Sign, Nashville, TN: Southern Publ. Assn., p. 114-116; ANDREASEN, M. L. (1942). The Sabbath, Washington, D.C., Review and Herald Publ. Assn., p. 248; WALLEMKAMPF, "The Baptism, Seal and Fullness of the Holly Spirit", (manuscrito não-publicado), p. 48; WHITE, E. G. Patriarcas e Profetas, p. 307; WHITE, E. G. O Grande Conflito, p. 613 e 640.
5. E. G. White, Patriarcas e Profetas, p. 307.
6, 7. SDA Bible Commentary, vol. 7, p. 970.
8. SDA Bible Commentary, vol. 4, p. 1.168.

“Santificar o Sábado importa em salvação eterna”

Muitos críticos de Ellen White – bem desinformados – descontextualizam a declaração do livro Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 23, para afirmarem que Ellen White ensinava a salvação pelas obras e que só quem guarda o Sábado vai para o Céu. Eis o texto:
“Santificar o sábado ao Senhor importa em salvação eterna.”
Sem analisar o restante do livro onde está a citação, é fácil colocar nos escritos de Ellen White palavras que ela jamais sonhou escrever…
A seguir, apresentarei a você uma explicação sobre o assunto. Convido-lhe a não acreditar nas desinformações que o Centro Apologético “Cristão” de Pesquisa (CACP) e o Instituto “Cristão” de Pesquisas (ICP) apresentam, com o intuito de menosprezar a autora.
Estudo do texto
Ellen G. White NUNCA pregou a salvação pelas obras. Veja um dos seus muitos textos que abordam o assunto:
“Nem a morte, nem a vida, altura ou profundidade, nada nos poderá separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus; não porque a ele nos apeguemos com firmeza, mas porque ele nos segura com Sua forte mão. Se nossa salvação dependesse de nossos próprios esforços não nos poderíamos salvar; mas ela depende de Alguém que está por trás de todas as promessas.” – Atos dos Apóstolos¸ pág. 553 (Grifos meus).
A declaração da Sra. White no livro Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 23, deve ser entendida em todo o seu contexto. Quando lemos todo o capítulo 2 do livro citado podemos ver que Ellen White disse que o Sábado “implica em salvação eterna” para aquele que conhece a verdade. Que a Sra. White escreveu este texto para os que conhecem a verdade sobre o assunto fica claro nas seguintes declarações (mencionarei apenas algumas):
1) “…a vontade divina é que esse dia seja para nós [Adventistas] de deleites” – pág. 16;
2) “Assim como o sábado foi o sinal que distinguiu Israel quando saiu do Egito para entrar em Canaã, é, também, o sinal que deve distinguir o povo de Deus que sai do mundo para entrar” – pág. 17;
3) “Para os que guardam o sábado, esse dia é o sinal da santificação” – pág. 17.
Outros dois pontos merecem destaque:
1) A citação completa na pág. 23 explica o porquê de o Sábado importar em salvação eterna: “Santificar o sábado ao Senhor importa em salvação eterna. Diz Deus: “Aos que Me honram, honrarei.” I Sam. 2:30”. Veja que ela usou o texto de 1Sam. 2:30 para explicar que a santificação do Sábado implicará [no futuro, quando todos forem provados pelo decreto dominica'l] em salvação eterna porque santificar o Sábado é uma questão de honrar a Deus, o “Senhor do Sábado” (Mar. 2:28). E, quem desonrar a Deus de forma rebelde até o tempo do fim, não poderá ser salvo.
2) Antes da referida citação (“Santificar o sábado ao Senhor importa em salvação eterna”), no mesmo contexto Ellen White está dando conselhos de como deve ser observado o Sábado. [Falando a Adventistas que conhecem a doutrina!] Isto nos mostra que ela está, na citação da pág. 23, tratando da importância de não relaxar na observância do mandamento, de não ser um transgressor voluntário.
Portanto, longe de ensinar a salvação pela Lei, Ellen White está exortando as pessoas de que rejeitar uma verdade depois de conhecê-la significa desonrar a Deus, o que levará à perdição. Também ela mostra que relaxar na observância do Sábado é errado, pois é uma afronta ao mandamento. Qualquer mandamento que seja desobedecido voluntariamente – sem que haja arrependimento – implicará em perdição. Isto não se aplica apenas ao quarto (Êxodo 20:8-11), que ordena a observância do Sábado: “Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos.” Tiago 2:10.
A obediência é uma evidência externa de uma santificação interna. Por isso, a guarda do Sábado, bem como a observância dos demais mandamentos, implicará em salvação eterna para aqueles que, em resultado da santificação efetuada por Cristo, são obedientes. A Sra. White está dizendo que a Lei é o resultado de um coração transformado e não o meio de salvação. Ela está em perfeita harmonia com Efésios 2:8-10:
“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.”
Estou à disposição para maiores esclarecimentos. Em breve teremos respostas aos demais questionamentos feitos a Ellen White. Enquanto preparo o material, recomendo que acesse o site OFICIAL, que apresenta a VERDADE sobre a autora: www.centrowhite.org.br

Como Ler Ellen White - "Ellen White e a Bíblia"

Olá amigos,

Um dos pontos que mais geram desentendimentos entre adventistas é como ler corretamente Ellen White. Para muitos, ela é autoridade final em questões de prática cristã e interpretação bíblica. Cito o exemplo de dois escritores adventistas da Austrália que chegaram a considerar Ellen White a maior "profetisa de todos os tempos." 

Na questão de interpretação bíblica, Ellen White é considerada como palavra final. Ou seja, se ela interpretou certa passagem de certa maneira, então podemos descartar todas outras interpretações. Vejam que Ellen White nunca sequer se arrogou de ser a autoridade máxima em interpretação bíblica. Se assim fosse, ela estaria acima da própria Bíblia, podendo dizer exatamente o que ela significa. Até mesmo o White Estate, os depositários dos seus escritos concluíram que ela procurou fazer exegese de textos bíblicos somente em 2% do seu uso das Escrituras. Isso sem dúvida lança luz sobre a possibilidade de outras leituras sobre interpretação profética do Apocalipse e escatologia por exemplo.

Enfim, são questões que precisam ser abordadas a fim de evitar o extremismo tão contumaz em nossa Igreja. Abaixo posto seleções do capítulo 3 do livro "Como Ler Ellen White" do Dr. George Knight, professor emérito de história da Igreja da Andrews University. 


Capítulo 3 - Ellen White e a Bíblia (pág.26-27)


"Todo cristão, em conseqüência, deve tomar a Bíblia como regra perfeita de fé e de conduta. Deve orar com fervor para ser socorrido pelo Espírito Santo em seu estudo das Escrituras, na busca de toda verdade e de todos os seus deveres. Ele não tem a liberdade de dela se desviar para descobrir seus deveres através de um dom de qualquer tipo. Dizemos que a partir do momento em que ele age assim, o cristão coloca os dons em um lugar errado e toma uma posição extremamente perigosa. A Palavra deve ser colocada em primeiro lugar e a Igreja deve fixar-se nela, como regra de conduta e fonte de sabedoria, a fim de aprender o que é seu dever ‘em toda boa obra’. Mas se uma parte da Igreja se afasta para longe das verdades da Bíblia e torna-se fraca, doente, e o rebanho se dispersa e pareça necessário a Deus empregar os dons do Espírito para corrigir, fortalecer e curar os afastados, devemos fazê-lo. (Review and Herald, 21 abril 1851)

(...)em 1868, James White advertiu aos crentes que eles devem ‘deixar os dons no lugar que lhes é devido na Igreja. Deus nunca os colocou em primeiro lugar, ao nos orientar de considerá-los como um guia no caminho da verdade, como via para chegar ao céu. É Sua Palavra que Ele exaltou. A lâmpada, cuja luz clareia a marcha em direção ao reino é formada do Antigo e Novo Testamento. Sigam o Antigo e o Novo Testamento. Mas se vocês se afastarem para longe das verdades bíblicas e se vocês estiverem em perigo, é possível que Deus, em um momento de Sua escolha, vos corrija (por intermédio dos dons) e vos conduza à Bíblia.’ ( Review and Herald, 25 de fevereiro 1868).

"Assim, vemos que James White estava de acordo com sua esposa sobre o lugar de seu dom espiritual em relação à Bíblia. Esta posição reflete também o consenso dos outros responsáveis da Igreja adventista no seu começo. Seria difícil ser mais claro sobre este assunto.

Neste momento reconheçamos que se Ellen White, seu marido e os outros responsáveis adventistas cressem que seu dom de profecia estava subordinado à Bíblia, isto não significava que eles estimassem que sua inspiração fosse de qualidade inferior aos dos escritores bíblicos. Ao contrário, eles pensavam que a mesma fonte de autoridade que falava aos profetas da Bíblia se exprimia através dela.

Encontramos aqui um bom equilíbrio. Mesmo se os adventistas consideram sua inspiração de origem também divina como as dos autores bíblicos, eles não lhe atribuirão o mesmo lugar. Ellen White e seus companheiros adventistas sustentaram que sua autoridade era derivada da autoridade da Bíblia e não podia então lhe ser igual.

Infelizmente, alguns não prestam atenção aos limites que Ellen White colocou em seus próprios escritos. Tais pessoas colocam em primeiro lugar suas idéias de maneira errônea, além do limite das Escrituras, por meio de métodos de interpretação deficientes (que serão examinadas mais à frente). Suas idéias ‘novas’ e ‘progressistas’ contradizem às vezes não somente a Bíblia, mas ultrapassam também os limites estabelecidos por Ellen White, quanto ao uso de seus escritos. Nossa única segurança é ler Ellen White dentro do quadro bíblico. Devemos ter cuidado para não empregar seus escritos para salientar ensinos que não são claramente enunciados pelas Escrituras. Devemos também nos lembrar que o que é necessário para a salvação está já presente na Bíblia.

"... é necessário examinar ainda uma questão. Certos adventistas têm visto em Ellen White um comentarista infalível da Bíblia, no sentido de que deveríamos empregar seus escritos para estabelecer o sentido das Escrituras. Assim, um dos mais importantes escritores adventistas escreveu na Review and Herald em 1946, que ‘os escritos de Ellen White representavam um grande comentário das Escrituras’. Ele chegou a declarar que eles não eram comparáveis a outros comentários no sentido de que eles eram ‘comentários inspirados, suscitados pela ação do Espírito Santo e (que) isto lhe dava uma categoria particular, bem acima de qualquer outro comentário’. (Review and Herald, 9 de Junho 1946).

Mesmo que Ellen White tenha afirmado escrever sob o ponto de vista privilegiado da luz do Espírito Santo, ela não pretendeu que deveríamos tomar seus escritos como a última palavra do significado das Escrituras. A. T.Jones, ao contrário, em um artigo publicado em 1894 sobre o objetivo das obras de Ellen White, os considera como um intérprete ‘infalível’ da Bíblia. Ele alegou que o bom uso dos escritos de Ellen White, implicava em ‘estudar a Bíblia através deles’. Tal abordagem, dizia ele, faria de nós ‘grandes conhecedores das Escrituras’ (The Home Missionary Extra, dezembro 1894). A sugestão de Jones serviu de linha de conduta para numerosos adventistas do séc.XX.

É absolutamente essencial reconhecer que Ellen White rejeitou o emprego de suas obras como um comentário infalível. (...)"

"São combates teológicos que dividiram os principais pensadores adventistas durante quase três décadas.

O conflito girava em torno da compreensão suposta das passagens bíblicas relativas a essas duas questões. Segundo alguns de seus leitores, em um testemunho escrito aproximadamente em 1850, ela havia definido a lei, nas epístolas aos Gálatas, como a lei cerimonial. Para essas pessoas, era a prova irrefutável da identificação da lei. Mas a solução apontada conhecia uma dificuldade. O testemunho em questão tinha sido perdido e então a “prova” estava longe de ser conclusiva.

A resposta de Ellen White à esta crise teológica é instrutiva. No dia 24 de outubro de 1888, ela disse aos delegados divididos na sessão da Conferência Geral de Minneapolis, que a perda do testemunho no qual ela havia alegadamente resolvido a questão de maneira definitiva, aproximadamente em 1850, era providencial. “Deus, afirmou ela, tem aqui uma intenção. Ele quer que façamos referência à Bíblia para obter o testemunho das Escrituras.” (1888 Materials, 153) Em outras palavras, ela era mais interessada pelas afirmações bíblicas sobre o assunto do que pelas suas. Mas os delegados dispunham de seu livro Sketches From the Life of Paul (1883), que parecia fixar definitivamente seu selo de aprovação sobre a interpretação da lei cerimonial.

"Qual foi a reação de Ellen White ao emprego de seus escritos? No dia mesmo, antes que alguém colocasse em primeiro lugar o argumento tirado do Sketch, ela declarou aos delegados: “Não posso tomar posição por uns ou por outros (sobre a questão de Gálatas), antes de ter estudado a questão.” (1888 Materials, 153) Em resumo, ela rejeitou a abordagem dos que quiseram se servir dela como um comentarista infalível. A essência da sua resposta global está em sua declaração aos delegados: “Se vocês sondarem as Escrituras de joelho, então, vocês conhecerão e serão capazes de responder a quem quer que pergunte a vocês a razão da fé que está em vocês.”(Ídem, 152)

Ellen White manteve a mesma posição vinte anos mais tarde, por ocasião de uma controvérsia sobre a definição do “diário”, em Daniel 8. Nesta disputa, os que defendiam a antiga interpretação pretendiam que a nova derrubava a teologia adventista, em razão do fato de que uma declaração de Ellen White, nos Primeiros Escritos, sustentava a compreensão tradicional. O chefe da fila dos que defendiam a antiga interpretação afirmava que uma mudança em relação a posição estabelecida minava a autoridade de Ellen White. Ele era muito explícito em seu ponto de vista sobre as relações de seus escritos com a Bíblia. “Deveríamos compreender tais expressões com a ajuda do Espírito de Profecia [manifestado nos escritos de Eleen White]. [...] É neste sentido que o dom de profecia nos foi concedido. [...] todos os pontos devem ser resolvidos” desta maneira. (S.N.Haskell à W.W.Prescott, 15 de novembro 1907)

"Ellen White mostrou-se em desacordo com o argumento. Ela pediu que seus escritos “não sejam empregados” para resolver o problema. “Peço aos pastores H., I.,J. e outros membros dirigentes, de não se servir de nenhuma maneira das minhas obras para sustentar suas idéias concernentes ao “diário”. [...] Não posso de maneira nenhuma admitir que meus escritos sejam invocados como dando a solução do problema. [...] Não recebi nenhuma instrução sobre este ponto doutrinário.” (Mensagens Escolhidas vol 1, 193)

Assim nos dois debates sobre o “diário” e sobre a lei em Gálatas, Ellen White tomou posição para que seus escritos não sejam empregados para estabelecer o sentido da Bíblia, como se ela fosse um comentarista  infalível."

Os que querem fazer de Ellen White um comentarista infalível da Bíblia vão de encontro aos seus próprios conselhos e lançam por terra praticamente suas palavras. Eles fazem dela a luz maior para explicar a luz menor que seria a Bíblia. Robert W. Olson, diretor aposentado do White Estate*(Fundação White) explica bem as dificuldades inerentes a abordagem que consiste em se apoiar sobre um comentarista infalível, quando ele escreve que: “dar à um indivíduo um controle absoluto sobre a interpretação da Bíblia consistiria, praticamente, a elevar esta pessoa acima dela. Seria um erro permitir, mesmo ao apóstolo Paulo, de exercer um controle sobre a explicação de todos os outros autores bíblicos. Em um caso parecido Paulo, e não a Bíblia inteira, representaria a autoridade final.” (One hundred and One Questions, p.41). Nossa única segurança é autorizar os autores da Bíblia a falar por eles mesmos. O mesmo acontece para Ellen White. Leia cada autor por sua própria mensagem, em seu contexto.

Olson aponta uma questão importante quando ele nota que “os escritos de Ellen White são geralmente de natureza homilética ou são orientados em direção à evangelização. Eles não são de natureza estritamente exegética.” (idem). Howard Marshall nos ajuda a discernir um pouco mais esta idéia, quando ele ressalta que “a exegese, é o estudo da Bíblia [...] para determinar com precisão o que diversos autores têm procurado dizer à quem se destinava suas mensagens”, enquanto que “o comentário é o estudo da Bíblia para determinar o que ela quer nos dizer.”(Biblical Inspiration, p. 95,96)

"Você pode se perguntar: “Como isto se aplica às relações de Ellen White com a Bíblia?” Simplesmente da seguinte maneira: Ellen White sempre direcionou seus leitores à Bíblia para que eles estudassem e descobrissem o que seus autores tinham a dizer (exegese). Mas, além disso, ela sempre aplicava os princípios das Escrituras ao seu tempo e ao seu lugar (comentário). Nos dois casos ela serviu, como ela dizia, como "uma luz menor para levar homens e mulheres à luz maior"(Colporteur Ministry 125).

Ela não queria dizer que ela tinha um grau de inspiração menos importante que os dos escritores bíblicos, mas que a função de seus escritos era de conduzir as pessoas à Bíblia.

Tendo examinado o importante conselho de não fazer de EW um comentarista infalivel do significado das Escrituras e tendo reconhecido que ela se manifestou "geralmente" na ordem da homília(sermão) mais do que na exegese, é importante notar que de tempos em tempos, ela se manifestou sobre a exegese de um texto. Devemos determinar quais comentários são de natureza exegética, lendo estes comentários relacionados ao contexto específico de passagens da Bíblia em questão." Olson foi muito feliz ao escrever: "Antes de afirmar que EW interpreta um texto para seus leitores de um ponto de vista exegético, deve-se estar previamente seguro de como ela utiliza o texto dado." (One Hundred and One Questions, p. 42).

O apóstolo Paulo batizou por aspersão? Atos 16:33

Alguns argumentam que o grande apóstolo batizou o carcereiro (At 16:33) por aspersão por que imaginam não ter tido água suficiente na prisão para batizá-lo por imersão. Teria Paulo mudado a forma de batismo estabelecida por Jesus?
Com certeza, não. Provébios 30:5, 6 afirma que o ser humano não tem autoridade para mudar algo que Deus estabeleceu. Além disso, não podemos imaginar qualquer apóstolo querendo “corrigir” a Cristo.
A palavra “batismo” que aparece em Atos 16:33 vem do termo grego baptizo e significa “mergulhar repentinamente”. Portanto, isso indica que no cárcere onde Paulo batizou o carcereiro (Atos 16:33) havia uma fonte ou uma cisterna (reservatório de água cavado na terra e forrado com pedras – comum em cárceres), onde facilmente se poderia realizar o batismo nas águas.
Paulo jamais iria mudar a forma de batismo apoiada por Jesus e praticada pelos Seus discípulos: a por imersão. Veja:
“Ora, João estava também batizando em Enom, perto de Salim, porque havia ali muitas águas, e para lá concorria o povo e era batizado.” João 3:23.
“E eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados.” Mateus 3:6.
Se o batismo bíblico fosse por aspersão, não haveria necessidade de João Batista batizar somente onde “havia… muitas águas” e dos discípulos batizarem “no rio Jordão”.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Quem são os Illuminati ?


Algumas pessoas têm me contatado para obter informações sobre os Illuminati. A seguir, disponibilizo a resposta que dei a uma pessoa amiga.
Ótima leitura!
Resposta:
Você perguntou sobre os Illuminati. William Schnoebelen, ex-maçom, escreveu um livro intitulado “Maçonaria Por Trás da fechada de Luz” (Brasília: Propósito Eterno Editora, 2006) onde ele explica o significado da palavra Illuminat. Ele chama de “teóricos em conspirações” (p. 152) aquelas pessoas que afirmam ser esse grupo um “governo vasto e sombrio que busca dominar o mundo” (Ibidem). Ele está certo: há realmente aqueles que têm uma “síndrome de perseguição religiosa” e que “encontram” nas sociedades secretas pessoas “dispostas a persegui-las” por causa da fé. Isso é um exagero. Veja o que Schnoebelen escreveu sobre eles:
“O termo é o plural da palavra latim Illuminatus, que significa ‘o que é iluminado’. Desse modo, significa que uma pessoa recebeu por inteiro a iniciação que lhe foi oferecida pela maçonaria.
“Tecnicamente falando, um Illuminatus é um mestre maçom que recebeu toda ‘luz’ que a maçonaria pode conceder. Ele está além do 33º grau! (último grau de conhecimento na maçonaria) Tais pessoas são conhecidas como Mestres do Templo e são conhecidas coletivamente por outros nomes, além de os Illuminati.” (p.p. 152, 153).
Não devemos dar atenção ao grande número de artigos na Internet que mais se preocupam em alarmar do que instruir. Nossa preocupação não deve ser com algum ramo da maçonaria (mesmo que essa tenha um papel significativo no desenrolar da história) e sim em estarmos preparados para a Volta de Jesus (Ap 1:7) e não aceitarmos o sinal do poder representado pela besta de Apocalipse 13.
Se nos mantivermos fiéis a Deus nos últimos momentos da história, a graça de Cristo nos ajudará a sairmos vencedores na batalha entre o bem e o mal – mesmo que o diabo invista todo seu poder maligno para nos prejudicar. A comunhão com Cristo (Mt 11:28-30) e o conhecimento das profecias de Daniel e Apocalipse nos prepararão para enfrentarmos os acontecimentos que ocorrerão nos últimos dias: “Bem-aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia [do livro do Apocalipse] e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo.” (Ap 1:3).
Por isso, recomendo que adquira os livros “Uma Nova Era Segundo as Profecias de Daniel” e “Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse”, de C. Mervyn Maxwell, com a editora Casa Publicadora Brasileira. Poderá acessar o site www.cpb.com.br ou telefonar para 0800 979-0606.
Deus lhe abençoe ricamente.

Quem são os Illuminati?

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Os Sete Milagres de Jesus

Sinopse: A vida de Jesus e seus milagres são o tema deste DVD. Uma equipe de reportagem viaja até Israel e percorrem os locais em que Jesus realizou sete de seus mais marcantes milagres. Todos poderão conhecer as cidades sagradas que atualmente recebem milhares de visitantes unidos pela fé. Como vive o povo desses locais hoje em dia, já que muitas tradições ainda são mantidas, como a produção vinícola. A transformação de água em vinho em Canaã, a pesca milagrosa que converteu Simão Pedro, a ressurreição de Lázaro, a multiplicação dos peixes e dos pães e as curas de um cego e um paralítico são alguns dos milagres abordados. Recentes descobertas arqueológicas e científicas sobre os feitos de Jesus também serão apresentadas.




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Os Estados Unidos na Profecia Bíblica


Pode ser isso verdade? A América na profecia bíblica? Absolutamente! Quando você pensa sobre isso, faz sentido que o país mais poderoso e influente na terra terá um papel vital nos impressionantes eventos finais da história do mundo. Mas ainda mais surpresas esperam por você quando a Bíblia revela como e por quê a nação líder do mundo veio a existir. Por favor, leia Apocalipse 13:11-18 antes de iniciar este estudo, porque estes oito versos dão uma visão profética da América nos dias à frente.
1. Duas potências mundiais estão simbolizadas em Apocalipse capítulo 13. Qual é a primeira?
R: A besta de sete cabeças (Apocalipse 13:1-10) não é outro senão o papado romano. Lembre-se que animais em profecia bíblica simbolizam nações ou potências mundiais (Daniel 7:17, 23).
2. Em que ano foi previsto que o papado perderia sua influência e poder no mundo?
“…deu-se-lhe autoridade para atuar por quarenta e dois meses” (Apocalipse 13:5).
R: A Bíblia previu que o papado, perderia a sua influência e poder no mundo, no final dos 42 meses. Esta profecia foi cumprida em 1798, quando o general Napoleão Berthier levou o papa prisioneiro e o poder papal recebeu a ferida mortal.
3. Que nação estava prevista surgir por volta do mesmo tempo em que o papado recebia a sua ferida mortal?
“E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como dragão” (Apocalipse 13:11).
R: O cativeiro papal mencionado no versículo 10 tomou lugar em 1798, e o novo poder (versículo 11) foi visto emergindo naquele momento. Os Estados Unidos declararam sua independência em 1776, votaram a Constituição em 1787, aprovaram a Declaração de Direitos em 1791, e foi claramente reconhecido como uma potência mundial perto de 1798. O sincronismo obviamente se encaixa à América. Nenhuma outra potência poderia eventualmente, se qualificar.
4. Qual é o significado da besta que “Subia da terra?”
R: Esta nação surge “da terra” em vez de sair da água como fizeram os outros países mencionados em Daniel e Apocalipse. Sabemos por Apocalipse que água simboliza as áreas do mundo que têm uma grande população. “As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, multidões, nações e línguas” (Apocalipse 17:15). Portanto, a terra representa o oposto. Isso significa que essa nova nação surgiria em uma área do mundo que estava praticamente despovoada antes do final de 1700. Não poderia surgir entre as nações populosas e agitadas do Velho Mundo. Tinha que aparecer em um continente pouco povoado.
5. O que é simbolizado por seus dois chifres como de cordeiro e ausência de coroas?
R: Os chifres representam reis e reinos, ou governos (Daniel 7:24, 8:21). Neste caso, eles representam dois princípios que regem a América: a liberdade civil e religiosa. Estes dois princípios que a regem também têm sido rotulados como “republicanismo” (um governo sem rei) e “protestantismo” (uma igreja sem um papa). Outras nações desde os tempos antigos tinham tributado pessoas para apoiarem uma religião de Estado. A maioria também tinha oprimido os dissidentes religiosos. Mas os Estados Unidos estabeleceram algo inteiramente novo: liberdade de culto como você deseja, sem a interferência ou controle do governo – mas com a proteção dele. A ausência de coroas significa uma forma republicana de governo, ao invés de uma monarquia. Chifres como os de cordeiro, denotam uma nação jovem, não opressiva, amante da paz e espiritual. Jesus é referido como um cordeiro 28 vezes no Apocalipse. Portanto, este novo governo tentaria defender Seus princípios. Nenhum outro poder na Terra poderia atender as especificidades e tempo da besta cordeiro com chifres, com exceção da América.
Nota especial:
Como gostaríamos de parar por aqui na descrição de Jesus da América – mas não podemos, porque Ele não o fez. O que vem a seguir é inquietante. A América é realmente um grande país – com a sua liberdade de consciência, de imprensa, de discurso, e empreendimento, a proteção que ela oferece, suas oportunidades de ouro, seu senso de jogo limpo, sua simpatia pelos oprimidos e sua forte orientação cristã. Ela não é perfeita, mas ainda assim uma série de pessoas de outros países se apressam a se tornarem cidadãos americanos a cada ano. Se as portas da América fossem abertas, uma grande parte das pessoas do mundo mudaria para os Estados Unidos de uma vez – para “o céu na terra”, como elas o concebem. Infelizmente, este abençoado país mudará drasticamente nos dias à frente, precipitando incomparável angústia e aflição para o povo de Deus. Nós relatamos isso com reticências e profunda preocupação.
6. O que significa quando a profecia em Apocalipse 13:11 diz que a América falará “como um dragão”?
R: Como vimos em outros estudos, o dragão é Satanás, que trabalha através de diversos governos da Terra para estabelecer o seu reino do mal e esmagar a igreja de Deus, perseguindo e destruindo seu povo. O objetivo de Satanás sempre tem sido o de usurpar o poder e o trono de Deus e forçar as pessoas a adorarem e obedecerem a ele. Assim, “falar como um dragão” significa que os Estados Unidos (sob a influência de Satanás), no final dos tempos, forçará as pessoas a adorarem de forma contrária à sua consciência ou serem punidas.
7. O que especificamente fará com que a América fale como um dragão?
R: Observe os quatro pontos cruciais:
A. “exerce todo o poder da primeira besta na sua presença” (Apocalipse 13:12). A América vai se tornar um poder perseguidor que obrigará as pessoas a irem contra a sua consciência, como fez a Roma papal – que é retratada na primeira metade de Apocalipse capítulo 13.
B. “faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada” (Apocalipse 13:12). Os Estados Unidos vão liderar as nações do mundo forçando a adoração e a fidelidade ao Anticristo papal. A questão é sempre a adoração. Quem é que você vai adorar e obedecer? Será que vai ser à Cristo, Seu Criador e Redentor, ou ao Anticristo? Cada alma sobre a terra irá finalmente adorar ou um ou outro. Toda a abordagem parecerá ser profundamente espiritual. Milagres incríveis serão feitos (Apocalipse 13:14, 15), que enganarão a bilhões (Apocalipse 13:3). Aqueles que se recusam a aderir a este movimento serão considerados ateus radicais. Jesus rotula a América protestante do fim dos tempos como um “Falso profeta” (Apocalipse 19:20, 20:10), porque ela parecerá ser espiritual e confiável, mas será satânica em sua conduta.
Tudo isso pode parecer impossível, mas as palavras de Jesus são sempre totalmente confiáveis e verdadeiras (Tito 1:2). Ele previu a ascensão e queda de quatro impérios do mundo e do Anticristo (Daniel capítulos 2 e 7) numa época em que tais previsões pareciam estranhas e inacreditáveis. Mas tudo aconteceu exatamente como previsto. Sua advertência para nós hoje, sobre a profecia é: “Eu vo-lo disse agora antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós acrediteis” (João 14:29).
C. “dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia” (Apocalipse 13:14). Os Estados Unidos farão uma imagem da besta pela prática da legislação religiosa. Ele aprovará leis exigindo adoração e forçando as pessoas à obedecê-las ou encararem a morte. Esta ação é uma cópia ou imagem da associação entre Igreja-Estado, que o papado utilizou no auge de seu poder durante a Idade Média, quando milhares foram mortos por sua fé. A América combinará o governo civil e o protestantismo apóstata em um “casamento” que irá apoiar o papado. Irá então influenciar todas as nações do mundo a seguirem seu exemplo. Assim, o papado ganhará apoio em todo o mundo.
D. “fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta” (Apocalipse 13:15). Os Estados Unidos, como líder desse movimento internacional, voltará a influenciar as nações do mundo para imporem uma sentença de morte universal a todos os que se recusarem a adorar a besta ou sua imagem. Outro nome para essa coalizão mundial é “Babilônia, a Grande”. Esta aliança em todo o mundo, em nome de Cristo, substitui a persuassão do Espírito pelo poder policial e forçará a adoração.
8. Sobre que questões específicas será forçado se utilizar a condenação à morte?
“Foi-lhe concedido também dar fôlego à imagem da besta, para que a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte, para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome”(Apocalipse 13:15-17).
R: O ponto final da disputa será adorar e obedecer a besta e receber sua marca – o domingo como dia santo – versus adorar e obedecer a Cristo e receber a Sua marca – Seu santo sábado do sétimo dia. Quando as questões tornam-se claras e as pessoas são forçadas a adorarem no domingo e quebrar o sábado ou serem mortas, aquelas que então escolhem o domingo ao invés de sábado, estarão, em essência, adorando à besta. Elas optaram por obedecer a palavra de uma criatura, um homem, em vez da palavra de seu Criador, Jesus Cristo. Aqui está a declaração do próprio papado: “A Igreja mudou o sábado para o domingo e todo o mundo se curva e adora no mesmo dia em obediência passiva aos mandatos da Igreja Católica” (Hartford Call Weekly, 22 de fevereiro de 1884).
9. Pode um governo realmente controlar a compra e venda?
R: Durante a Segunda Guerra Mundial, a compra era controlada para certos itens (como o açúcar, pneus e combustível), exigindo carimbos de racionamento. Sem carimbos, o dinheiro não valia nada. Nesta época altamente informatizada, um sistema baseado em seu número de Segurança Social pode ser facilmente configurado. A menos que você concorde em cooperar com a coalizão em todo o mundo, o seu número, quando analizado antes de uma compra, pode lhe mostrar como desqualificado. Nós não sabemos exatamente como tudo isso vai acontecer. Mas pode ter certeza que vai acontecer porque em Apocalipse 13:16, 17, Deus diz que vai.
Duas Potências Emergentes
Apocalipse capítulo 13 é claro. Duas superpotências emergem no final dos tempos: os Estados Unidos da América e o papado. Os Estados Unidos da América apoiarão o papado forçando as pessoas do mundo a adorarem a besta (papado) e receberem a sua marca ou então encararem a morte. As próximas duas perguntas avaliarão os pontos fortes destas duas superpotências.
10. Quão forte e influente é o papado hoje?
R: Ele é de longe o maior poder político-religioso no mundo. Praticamente todos os países líderes do mundo tem um embaixador oficial ou representante de estado no Vaticano. Observe os seguintes fatos:
A. O papado é tão influente e poderoso que quase todos os principais países o consultam antes de fazerem movimentos políticos importantes. Seu “grande corpo diplomático mantém relações com mais de 100 nações” (U. S. News and World Report, 30 de outubro de 1978, p. 24).
B. Ele levou o crédito pela derrocada do comunismo, dizendo que Maria, mãe de Jesus, guiou a estratégia do papa que derrubou o comunismo (“Serva ou feminista,” Time, 30 de dezembro de 1991, pp 64, 65).
C. O objetivo do papa era unificar o mundo cristão sob a liderança do papado até o final do século. O papa João Paulo II fez mais de 40 viagens pelo mundo para estabelecer as bases para este objetivo. (Gene H. Hogberg, The Plain Truth novembro / dezembro 1989, pp 24, 25).
D. A resposta mundial foi quase esmagadora. Durante a crise iraquiana, o Papa e o presidente dos Estados Unidos muitas vezes discutiram assuntos mundiais semanalmente por telefone. (U. S. News and World Report, 13 de agosto, 1990, p. 18).
E. Em 7 de junho de 1982, o ex-presidente Ronald Reagan e o Papa João Paulo II se reuniram por 50 minutos no Vaticano e estruturaram um plano para eliminar o comunismo. Os Estados Unidos enviaram toneladas de modernos equipamentos de comunicação para a Polónia (o ponto de partida) para ajudar a disseminar as informações necessárias para as massas. (“The Holy Alliance,” Time, February 1992, pp. 28, 31, 35).
F. Gorbachev disse: “Tudo o que ocorreu na Europa Oriental nos últimos anos teria sido impossível sem os esforços do Papa, incluindo o enorme papel político que ele desempenhou na arena mundial”. (Mikhail Gorbachev, Toronto Star, 09 março de 1992).
O papado, que anteriormente referia-se aos protestantes como “hereges”, agora os chama de “irmãos separados” e graciosamente sugere que todos trabalhem e orem juntos pela paz e pela presença de Deus. Milhões de protestantes ficaram profundamente impressionados. Na verdade, várias denominações protestantes tiveram diálogo oficial com o papado para tentarem resolver as diferenças que causaram a Reforma.
11. Quão forte e influente é os Estados Unidos hoje?
R: Os Estados Unidos são considerados como o número um do mundo em poderio militar e centro de influência. Observe o seguinte:
A. A “América [é] a única superpotência do planeta que perdurou”. (“The U.N. Obsession,” Time, May 9, 1994, p. 86.
B. “Não há perspectiva no futuro imediato de qualquer poder para rivalizar com os Estados Unidos”. (“The Lonely Superpower”, The New Republic, July 29, 1992, p. 23).
C. Yasser Arafat rotulou a América de “a nova Roma”, porque, como Roma antiga era a única superpotência incontestável de sua era, a América é agora a número um. (Newsweek, August 12, 1991, p. 33).
D. “O poder dos Estados Unidos irá agora determinar todos os grandes eventos globais.” (Jim Hoagland, “Of Heroes …”, The Washington Post, August 21, 1991, p. A-23).
Quando um grupo marxista derrubou o governo da Etiópia, a América foi convidada a negociar. Quando Boris Ieltsin tomou posse como presidente da Rússia, recém-independente, ele visitou os Estados Unidos em primeiro lugar. O ex Presidente Mikhail Gorbachev voltou-se para a América em sua crise. Quando o Kuwait foi invadido, seu governo convocou os Estados Unidos. A guerra liderada pelos EUA contra o Iraque reuniu o apoio de quase todo o mundo. Uma correspondente da Radio Pública Nacional chamou o presidente americano de “presidente do mundo.” Nós temos agora “uma estrutura de mundo altamente incomum, com uma única potência, os Estados Unidos, no ápice do sistema internacional” (Krauthammer, The New Republic, p. 23).
12. É claro que a influência e o poder dos Estados Unidos e do papado estão aumentando com rapidez. Que outros fatores poderiam ajudar a definir o cenário para uma lei em todo o mundo que executaria aqueles que se recusarem a violar a consciência?
R: Não podemos nomeá-los com certeza, mas algumas possibilidades são as seguintes:
A. A atividade de terroristas.
B. Tumultos e escalada da criminalidade e do mal.
C. Guerras da droga.
D. Uma grande crise econômica.
E. AIDS e outras epidemias.
F. Ameaças nucleares de nações radicais.
G. A corrupção política.
H. Aborto brutal da justiça pelos tribunais.
I. Abuso Social.
J. O aumento dos impostos.
K. A pornografia e a imoralidade repugnante.
L. Terríveis catástrofes globais.
M. Grupos Radicais de “interesses especiais”.
N. A crise do aborto.
A reação contra a corrupção, a ilegalidade, a imoralidade, a permissividade, a injustiça, a pobreza, a fraqueza e ineficácia de líderes políticos, e muitos problemas semelhantes poderiam facilmente precipitar uma demanda por fortes leis específicas para serem rigidamente aplicadas.
13. Quando as condições do mundo se agravarem, o que fará Satanás para enganar as massas?
“E operava grandes sinais, de maneira que fazia até descer fogo do céu à terra, à vista dos homens; e, por meio dos sinais que lhe foi permitido fazer na presença da besta, enganava os que habitavam sobre a terra e lhes dizia que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia” (Apocalipse 13:13-14).
R: A América vai experimentar um falso reavivamento mundial e insistir que as leis religiosas devem forçar qualquer pessoa a participar. (Isto é representado pela “imagem da besta” em Apocalipse 13:14). As pessoas serão forçadas a ignorar o santo sábado de Deus, e adorarem em vez dele, o dia “santo” da besta – o domingo. Alguns irão também obedecer simplesmente por razões sociais ou econômicas. As condições do mundo se tornarão tão insuportáveis que um movimento mundial de “retorno para Deus e oração”, com todos se unindo em adoração e oração, no domingo, parecerá ser a única solução. Satanás enganará o mundo a acreditar que devem ignorar a verdade bíblica e santificar o domingo. Mas, na realidade, a obediência e adoração à besta vai deixar as pessoas fora do reino de Deus.
14. Embora o interesse no falso avivamento aumente, o que estará acontecendo com o genuíno avivamento mundial patrocinado pelo povo de Deus no fim dos tempos?
R: A Bíblia diz que o mundo inteiro vai ser “iluminado” com a sua glória (Apocalipse 18:1). Cada pessoa na terra será alcançada (Marcos 16:15) com a mensagem final de Deus de Apocalipse 14:6-14. A igreja de Deus dos últimos dias crescerá com uma velocidade incrível, com milhões se juntando ao povo de Deus e aceitando Sua oferta de salvação pela graça e fé em Jesus, que os transforma em Seus servos obedientes. Muitas pessoas e líderes de todos os países do mundo se recusarão a adorar a besta e abraçar seus falsos ensinamentos. Em vez disso, eles vão adorar e obedecer a Jesus somente. Eles receberão Seu sinal, ou marca do Santo Sábado, em suas testas (Apocalipse 7:2, 3), selando-os assim para a eternidade.
O Crescimento em espiral enfurece o Movimento de Contrafação
Este crescimento em espiral entre o povo de Deus vai enfurecer o movimento de contrafação. Seus líderes se tornarão plenamente convencidos de que aqueles que se recusam a cooperar com o falso avivamento em todo o mundo são a causa de todas as desgraças do mundo (Daniel 11:44). Eles vão desqualificá-los para comprar e vender (Apocalipse 13:16, 17), mas Deus vai alimentar o seu povo (Isaías 33:16) e protegê-los “(Salmos 34:7).
15. Em desespero, a coalizão liderada pelos EUA voltará a decidir impor a pena de morte sobre seus inimigos (Apocalipse 13:15). O que Apocalipse 13:13, 14 diz sobre o que seus líderes farão para convencer as pessoas de que Deus está com eles?
R: Eles vão fazer milagres – tão convincentes que todos, serão persuadidos, exceto o povo fiel de Deus do fim dos tempos (Mateus 24:24). Utilizando os espíritos (ou anjos caídos) de Satanás (Apocalipse 16:13, 14), eles irão se passar por entes queridos das pessoas através de feitiçaria (Apocalipse 18:23) e provavelmente ainda posarão como profetas bíblicos e apóstolos. Estes mentirosos (João 8:44), espíritos demoníacos, sem dúvida, afirmarão que Deus os enviou para exortar a todos à cooperarem.
Satanás aparece como Cristo
Seus Anjos posam como ministros cristãos, os anjos de Satanás também aparecerão como sacerdotes piedosos, e Satanás aparecerá como um anjo de luz (2 Coríntios 11:13-15). Satanás afirmará ser Jesus (Mateus 24:23, 24). Satanás, ao representar a Cristo, pode facilmente alegar que ele mudou o sábado para o domingo e exortar seus seguidores para continuarem com seu avivamento em todo o mundo apoiando o seu dia “santo” – o domingo.
Bilhões são Enganados
Bilhões de pessoas, acreditando que Satanás é Jesus, se curvarão a seus pés e se juntarão ao movimento de contrafação. “Toda a terra se maravilhou, seguindo a besta” (Apocalipse 13:3). O engano será extremamente eficaz. Mas o povo de Deus do fim dos tempos não será enganado, porque testam tudo na Bíblia (Isaías 8:19, 20; 2 Timóteo 2:15). A Bíblia diz que a lei de Deus não pode ser alterada (Mateus 5:18). Ela também diz que quando Jesus voltar, todo olho O verá (Apocalipse 1:7) e Ele não vai tocar a terra, mas permanecerá na nuvem e chamará o seu povo para encontrá-Lo no ar (1 Tessalonicenses 4:16, 17 ).
16. Como podemos estar seguros dos poderosos enganos do fim dos tempos?
Resposta:
A. Teste todos os ensinamentos pela Bíblia (2 Timóteo 2:15, Atos 17:11, Isaías 08:19, 20).
B. Siga a verdade como Jesus a revela. Jesus promete que aqueles
que fazem Sua vontade nunca acabarão em erro (João 7:17).
C. Fique perto de Jesus diariamente (João 15:5).
Você está disposto a adorar e obedecer a Jesus, mesmo que isso signifique o ridículo, a perseguição e, finalmente, a sentença de morte?